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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Massive Message Processing with Amazon SQS and Amazon DynamoDB (ARC301)

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Enterprise Vaadin 7

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Gitflow Workflow: A successful Git branching model

Uma boa estratégia na utilização de "branchs" (ramos) no Git é um fator decisivo no sucesso de um projeto com ambientes diversos e equipe numerosa, principalmente se esta for distribuída geograficamente.

Gerenciar ambientes de desenvolvimento, integração, homologação e produção, na implementação de códigos com urgências diversas, como correção de bugs, novas funcionalidades e versões fechadas não é uma tarefa fácil.

E tudo se complica ainda mais quando existe uma equipe com diversos membros no projeto, onde é necessário alinhar o trabalho de todos constantemente.

Dentre várias estratégias a serem utilizadas, um modelo de desenvolvimento criado pelo Vincent Driessen da empresa Nvie está sendo bastante adotado por vários projetos ao redor do mundo, é o Gitflow Workflow.


Para entender melhor como funciona esse processo, e também uma forma de automatizá-lo, acesse os seguintes links:


Aliás, por falar em Atlassian,  a melhor ferramenta para se trabalhar com Git é o Source Tree, o qual inclusive facilita a utilização do GitFlow Workflow, com wizards que dão todo o amparo e direcionamento na utilização desse modelo de desenvolvimento, ajudando muito quem está começando a entender o funcionamento e não ficar perdido com tantos branchs, pull requests e merges pra lá e pra cá.






Vale muito a pena conferir, só tem uma má notícia para os usuários do Linux, só existem versões do Source Tree para Mac e Windows. Existe até uma questão aberta no Atlassian Questions sobre o possível desenvolvimento de uma versão pra Linux : SourceTree for Linux. Galera até andou apelando por lá nos comentários, mas pelo que vi, não tem muita luz no fim do túnel não.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

Aprenda a programar! Cursos gratuitos do Codeacademy ganham versão em português

codeacademy



Os responsáveis pela escola online de linguagens de programação e marcação Codeacademy deram uma ótima notícia para os brasileiros nesta última quinta-feira. Depois de três anos de espera, a plataforma finalmente ganhou uma versão em português, com cursos gratuitos de HTML, CSS, JavaScript, jQuery, PHP, Python e Ruby já totalmente traduzidos para nosso idioma.

A notícia foi dada por Zach Sims, fundador da empresa, no blog oficial do Codeacademy. No texto, o executivo afirma que a adaptação do site para o Brasil – que ainda não foi totalmente concluída, vale dizer – está sendo feita em parceira com a Fundação Lemann. Fundado em 2002, o grupo tem a intenção de estimular a educação por aqui, sendo ainda o responsável também por trazer a Khan Academy ao país e por fazer a curadoria do YouTube Edu.

Por parte da plataforma de cursos, um acordo para tradução de conteúdo ainda foi fechado com uma organização francesa, a fim de traduzir o site para o idioma local. Parcerias também foram feitas com os governos britânico, argentino e estoniano – mas nesses casos, não para adaptação do site, e sim para estimular o ensino de programação.

Segundo escreveu Sims no comunicado, cerca de 70% dos 24 milhões de usuários do Codeacademy já vêm de fora dos Estados Unidos. Então, nada mais natural do que uma expansão do tipo, que ainda deve incluir, posteriormente, mais idiomas além de inglês, espanhol e português.

Se quiser saber mais e começar as aulas, acesse o site da plataforma por aqui. O cadastro é gratuito, assim como todos os cursos disponíveis. Por ora, os seis de linguagem de programação e marcação (HTML/CSS, JavaScript, jQuery, PHP, Python e Ruby) estão traduzidos, mas é de se esperar que os exercícios de projetos, APIs e criação de websites logo apareçam em português.

Fonte: http://info.abril.com.br

sexta-feira, 21 de março de 2014

Desenvolvimento de aplicações com PrimeFaces utilizando NetBeans IDE 8.0

Um screencast que demonstra como utilizar o NetBeans IDE para criar uma aplicação de CRUD completa utilizando Java EE 7, Maven e PrimeFaces.







 Author: Geertjan Wielenga

quarta-feira, 5 de março de 2014

yoLab s03e01

Agora é oficial.

Estão abertas as inscrições para o evento mais aguardado do ano: yoLab.

Nesse episódio, com a ajuda de vocês, selecionamos os melhores palestrantes com os mais interessantes temas e, como bônus, traremos Klaus Westefeld que fará o keynote de abertura do evento.

As vagas, infelizmente, são limitadas. Então, agilize-se!

As inscrições são gratuitas, mas só participarão do evento quem estiver inscrito.

Elas serão feitas por aqui: http://yodojo.github.io/yoLab

Chame sua galera e vamos hackear juntos o status quo cuiabano.



Confira a Agenda:

  • Pivot Soberano (Objective Solutions) - A história da reviravolta no Sneer, o projeto pioneiro de computacão soberana.
  • Empreendedorismo digital no mundo das Startups (INEX Tecnologia e USE Coworking) - Conceitos básicos sobre o mundo das startups, números e dados sobre empreendedorismo no Brasil e formas de empreender.
  • NoSQL: Onde vivem e como se alimentam? (SEFAZ-MT) - Apresentação com objetivo de mostrar o porque do surgimento de novas soluções de armazenamento e processamento de dados para suportar uma nova geração de aplicações. Será mostrado os diferentes tipos de bancos de dados não relacionais (NoSQL) e diferentes situações onde podem ser aplicados.
  • Cases de startups regionais (StartupMT) - Como e porquê algumas startups bombam e outras afundam?
  • Desenvolvimento de Jogos utilizando Unity 3D (FIEMT) - Uma breve apresentação sobre a ferramenta, explicando os principais recursos utilizados no desenvolvimento de jogos digitais, vantagens e desvantagens de utilizar a Unity, ferramentas de apoio, profissionais envolvidos, fluxo de trabalho, asset store, etc.

E nós, através da RCF Inovações estamos dando uma forcinha no evento, se quiser saber mais, acesse www.rcfinovacoes.com.br

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Você conhece a iniciativa "Ano do código" ?




 

 Sobre a Iniciativa

Programar vai abrir seus horizontes. Criar apps para celular, desenvolver jogos, construir websites e movimentar robôs. Tudo isso envolve programação e criatividade. O Ano do Código é uma iniciativa para aproximar a programação aos interessados por tecnologia e que mostrará que você também pode programar. Apesar de ser um processo contínuo e de precisar praticar bastante, a primeira barreira do aprendizado será quebrada aqui, com o nosso conteúdo e com a ajuda de parceiros.
Sobre o mercado de trabalho? É certamente um dos mais promissores no Brasil e no mundo.
Esse é o setor responsável pelo maior crescimento de vagas do país.

Vem programar! 

 

Nos Estados Unidos,
o movimento já é grande!




Acesse o site e conheça: http://www.anodocodigo.org.br

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Sete Atitudes para Hackear a Indústria de Software

Dia 15 de Março de 2014 teremos em Cuiabá - MT a terceira edição do "yoLab", um evento voltado ao setor de tecnologia da informação com foco em desenvolvimento ágil e colaborativo, software livre, start ups, inovação e tecnologias de ponta.


Sobre o yoLab

Há algum tempo, a galera do yoDojo começou a reunir o pessoal de software para um micro-evento, onde três integrantes, da própria comunidade, trariam algo que julgavam interessante, dentro de seu contexto tecnológico, e apresentaria para os demais. Dividiram isso em episódios, disseram que seria uma parada colaborativa, totalmente gratuita e apelidaram-o de yoLab.
 


yoLab 2013

 
E esse ano, um dos palestrantes será o Klaus Wuestefeld, figurinha famosa do mundo do software, divulgador e pioneiro do XP e criador do Prevayler.

E para ir esquentando o debate, abaixo segue um texto de 3 anos atrás até um tanto "polêmico" do Klaus sobre comportamento e carreira na área de TI.
 
O texto ainda dá o que falar, confira:



Sete Atitudes para Hackear a Indústria de Software 
 


By Klaus Wuestefeld

1) Torne-se excelente.

Seja realmente bom em alguma coisa. Não fique só choramingando ou querendo progredir às custas dos outros. Não pense q pq vc sentou 4 anos numa faculdade ouvindo um professor falar sobre software q vc sabe alguma coisa. Jogador de futebol não aprende a jogar bola tendo aula. Ele pratica. Instrumentistas geniais não aprendem a tocar tendo aula. Eles praticam. Pratique. Chegue em casa depois do trabalho e da aula e pratique. No final de semana, pratique.

Crie seu próprio vírus, seu próprio jogo, seu próprio SO, seu próprio gerenciador de janelas, seu próprio webserver, sua própria VM, qq coisa. Varias coisas.

Não precisa ser só programação. Pode ser networking, vendas, etc. Só precisa ser bom mesmo. Tenha paixão pela coisa.

As melhores praticas do mercado são polinizadas primeiro nos projetos de software livre. Aprenda com eles.

Discípulo, Viajante, Mestre: Primeiro seja um discípulo, tenha mestres locais, aprenda alguma coisa com alguem realmente bom, qq estilo.
Depois viaje, encontre outros mestres e aprenda o estilo deles. Por fim, tenha o seu estilo, tenha discípulos, seja um mestre.

Vou fazer o curso da Mary Poppendieck em SP semana q vem e qdo tiver o curso de Scrumban do Alisson e do Rodrigo quero fazer tbem.

"Torne-se excelente" tbem pode ser chamado de "Melhoria Continua" ou "Learning".


2) Não seja deslumbrado.

Desenvolvimento de software é a mesma coisa há 60 anos: modelo imperativo. Há 30 anos: orientação a objetos. Bancos de dados relacionais: 30 anos. ("Web", por exemplo, não é uma tecnologia ou um paradigma. É meramente um conjunto de restrições sobre como desenvolver e distribuir seu software).

Não corra atrás da ultima buzzword do mercado. Busque a essência, os fundamentos.

Busque na wikipédia e grokke: determinismo, complexidade de algoritmos "O()", problema de parada de turing. Pronto, pode largar a faculdade.
Falando sério.

Trabalhe com software livre. Não dê ouvidos a grandes empresas, grandes instituições ou grandes nomes só pq são grandes.

Vc acha q vai aprender mais, ter mais networking e mais chance de alocação no mercado trabalhando em par comigo no Sneer por um ano, 8h por semana, ou passando 4 anos na faculdade, 20h por semana, pagando sei la qto por mês?

Vc acha q vai aprender mais trabalhando em par com o Bamboo 6 meses na linguagem boo e na engine do Unity ou fazendo um ano de pós em "a buzzword da moda"?

"Não seja deslumbrado" tbem é conhecido como "Coolness".


3) Mantenha-se Móvel.

Com a demanda q temos hoje no mercado, se vc é desenvolvedor de software e n consegue negociar um contrato com uma empresa onde vc é pago por hora e pode trabalhar qtas horas quiser com um minimo de meio período, vc precisa rever a sua vida.

É melhor ter dois empregos de meio-período q um de período integral, pq vc pode largar um deles a qq momento.

Vc nunca vai conseguir nada melhor se não tiver tempo, se não tiver disponibilidade pra pegar algo melhor qdo aparecer.

Vc sustenta seus pais e 7 irmãos? Não. Então para de ser ganancioso e medroso no curto prazo, para de pagar facu, mestrado, pós, MBA, sei-la-o-q e vai aprender e empreender.

Trabalhe remoto. Não é o mais fácil, mas é perfeitamente possível.

Não fique reclamando q está trabalhando demais. Aumente seu preço e trabalhe menos.


4) Emparceire-se Promiscuamente.

Participe de dojos, de congressos, de projetos de software livre.
Tenha amigos, colegas, conhecidos. Seja conhecido. Não faça ruído em seis projetos e doze fóruns. Ajude de verdade em um ou dois projetos de cada vez. Ao longo do tempo, vc terá ajudado em vários projetos, trabalhado em varias empresas.


5) Mentalidade de Abundância.

Ajude seus amigos sem cobrar (a "camaradagem" do Vinícius). Dê palestras gratuitas. Cursos gratuitos. Participe de projetos de software livre.

Pare as vezes uma tarde pra receber um amigo seu e explicar seu projeto. Vá visitar seus amigos nos projetos deles. Viaje com algum amigo seu pra visitar um cliente dele, só pra conversar e fazer companhia.

Vc tem um espaço onde dá cursos? É uma Aspercom, Caelum da vida? Chama os brothers p dar curso. Porra, bola um modelo em q as pessoas podem se inscrever para cursos variados, pagando um sinal, e mantém tipo uma agenda pre-combinada: "Será numa terça e quinta a noite, avisadas com duas semanas de antecedência". Se rolar, beleza, se depois de meses não der quorum, devolve o sinal. Pode ser curso de Prevayler, de Kanban, de Scrum, de Lean, de Comp Soberana, de Restfulie, de Cucumber, de Rails, de Teste Automatizado Mega-Avançado, qq coisa.

Chame amigos seus pra dar curso em dupla com vc. Divida clientes.
Divida projetos, mesmo q não precise de ajuda.

Dizia o pai de um brother meu de infância: "Tudo q custa dinheiro é barato."


6) Busque modelos de custo zero.

Trabalhe em coisas q tem custo administrativo/burocrático/manutenção zero. Por menos ganho q tragam, depois de prontas, estarão tendo uma relação custo/beneficio infinitamente vantajosa.


7) Ganhe notoriedade.

Faça coisas massa. Participe de projetos de software livre. Dê palestras gratuitas. Promova eventos (dojos, debates, grupos de usuários, etc).
 
 

Mais informações:

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Lançado o novo JBoss AS, agora conhecido como "WildFly", em sua versão 8 Final!



Essa semana (11/02/2014) foi anunciada a versão 8.0.0.Final do WildFly, o antigo JBoss AS!

Se você é um dos desavisados de plantão, fique sabendo que agora o JBoss AS será chamado de WildFly!





Segundo Jason Greene, o líder do projeto WildFly, isso significa que a equipe que contribuiu para o desenvolvimento sente que o projeto está estável e pronto para o uso em produção.
Junto com o lançamento, Jason reforça a importância dos "feedbacks" de quem utilizou a versão CR1, e que continuarão levando em consideração a opinião da comunidade nas próximas versões.

Para facilitar o aprendizado sobre o WildFly, foi disponibilizada uma página com artigos e vídeos entre outros conteúdos em "WildFly 8 Resources".

Alguns destaques da versão:

  • Java EE7 Certified
  • High Performance Web Server
  • Port Reduction
  • Management Role Based Access Control (RBAC) & Auditing
  • Security Manager
  • Logging
  • JCA & Datasources
  • Clustering
  • CLI Improvements
  • Patching
  • New Minimalistic "Core" Distribution
  • Improved JDK8 Compatibility
  • Web Services
  • REST
  • Hibernate Search
  • Pruning
  • Component Updates

Para visualizar o artigo completo, clique aqui.

Para acessar a página oficial do projeto, acesse : http://wildfly.org/

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Métricas para startups

Ótima apresentação do Saulo Arruda da Startup MS sobre a utilização de métricas no direcionamento de estratégias dentro de uma startup!

 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Você ainda acha que Fábrica de Software é uma coisa boa?


O maior desserviço à área de Desenvolvimento de Software já criado na nossa história recente foi o termo “Fábrica de Software”. Pior ainda depois que a Índia implementou esse conceito em larga escala, tornando-o famoso e com credibilidade.

Digo isso porque a partir do momento que se encara “Desenvolvimento de Software” como uma tarefa de “Fábrica”, onde entra uma especificação de um lado e sai um software do outro, você acabou de destruir qualquer inovação na área. Pior ainda, considera que todo programador é necessariamente um “operário”.


Porque estamos falando de “Fábrica”, os cursos de “Engenharia de Software” se tornaram mais populares que os de “Ciências da Computação”. E mais paradoxal ainda é ver estudantes se formando como “engenheiros” mas trabalhando como “pedreiros”.

Mais ruim ainda é quando gerentes de TI, “CIO”s, “CTO”s, que sequer foram da área de software, sequer escreveram uma linha, acham que entendem como se faz software. Dado que o mercado fala de “Fábrica”, o que eles vão implementar são “linhas de produção” e junto com isso todos os procedimentos que colocam o operário em linha. Planilhas de horas, métricas de linhas de código, ou pontos de função ou pontos de história ou qualquer bobagem dessas, gantt charts e cronogramas “precisos” de entrega, etc.

A metáfora está completamente errada. Desenvolvedores não são operários, e sim os “arquitetos” propriamente ditos. O trabalho de operário em software é do compilador, este sim, que empilha um byte sobre o outro seguindo uma especificação: o código do software. Repetindo: o código do software é a especificação, a planta baixa, e o compilador é o operário que faz o trabalho braçal.

O que chamamos hoje de “arquitetos” não são arquitetos, na verdade não são nada. Não há como ser um arquiteto sem ser um programador sênior antes. Um bom programador pode se tornar um arquiteto.

Agora, o problema é que o conceito de “Fábrica” se espalhou rapidamente. O governo e as instituições de ensino abraçaram isso. Me deixa extremamente triste visitar áreas do Brasil onde as únicas opções de trabalho para programadores são essas “Fábricas”. As faculdades também se depreciaram para atender essa demanda e formar “operários” com diplomas de “engenheiros”, e assim toda uma nova geração de programadores pensa com cabeça de operário.

Uma ressalva para ser politicamente correto: não tenho nada contra operários, muito pelo contrário, é uma profissão tão respeitada como qualquer outra. Porém, ninguém vende operários de obra como arquitetos e nem os próprios operários se acham arquitetos.

Eis porque digo que foi um desserviço: toda uma geração inteira de programadores desperdiçada pensando em software enquanto empilhar tijolo. Levará pelo menos mais 2 gerações inteiras para, talvez, conseguirmos reverter isso.

Agora pensemos: e se em vez de “Fábrica” mudássemos o termos para algo mais adequado como “Atelier de Software”? Como isso mudaria a forma como você pensa e trabalha com software?

Via Info