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sexta-feira, 29 de julho de 2011

#PHPVirus

Via Vida de Programador

quarta-feira, 27 de julho de 2011

As 3 diferenças entre a pessoa produtiva e a pessoa ocupada

Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.

Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.

Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo.

Como apagar incêndios em alto estilo

Mesmo apagar incêndios pode ser feito sem desespero

1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.

Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.

Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.

2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.

A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.

Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?

3. Seguir as regras vs. criar as regras
Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.

Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.

Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.

Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.

Por Millor Machado via Saia do Lugar

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cloud é o futuro da web e do desenvolvimento móvel

Se você estiver considerando aproveitar o poder da nuvem para desenvolver suas próprias aplicações, não há momento melhor que agora.

Houve um tempo em que qualquer alusão a cloud era vista com ceticismo pelos executivos de TI. Em pouco tempo, no entanto, a nuvem deixou de ser um mero conceito e passou a ter força no mundo de TI. Para os desenvolvedores de software, transformou-se num novo paradigma que está se tornando padrão na maneira de construir e implantar aplicativos.

Com certeza, as ofertas da Google, Amazon, Salesforce.com e Microsoft – primeiros fornecedores de ferramentas reais e tangíveis para que as empresas conseguissem conhecer os benefícios da nuvem em primeira mão - foram importantes para essa mudança de paradigma. Agora, em vez de investir na construção e implantação de uma vasta infraestrutura para dar suporte a novas aplicações web e móvel, as companhias têm uma alternativa barata e fácil para hospedá-las.

Em quase todos os sentidos, o conceito de cloud computing começa a trazer à tona alguns benefícios prometidos desde que foi lançado, deixando muitos executivos de TI ansiosos para aproveitar todo o seu potencial como investimento tecnológico de negócios. A promessa de cloud é real, e seus benefícios também. As vantagens que ela oferece, em termos de velocidade e economia de custos, podem mudar a mente dos executivos de TI.

É importante registrar que cloud é o futuro da web e do desenvolvimento móvel. E se você estiver considerando aproveitar o poder da nuvem para desenvolver suas próprias aplicações, não há momento melhor do que o agora. Por isso, elenquei, abaixo, alguns pontos fundamentais para o sucesso do desenvolvimento na nuvem.

Rapidez + Redução de custo = O Santo Graal da TI

Sem dúvida, o principal benefício do desenvolvimento de aplicações na nuvem é a agilidade. A estrutura de hospedagem que a nuvem oferece, em um barato modelo “pay-as-you-go”, proporciona um processo de instalação mais rápido para a equipe de desenvolvimento. Isso sem falar da flexibilidade que oferece para o processo do desenvolvimento em si. Antes, os times de desenvolvimento eram orientados a realizar grandes preparativos para iniciar um projeto de desenvolvimento com a garantia de que a infraestrutura do local seria capaz de suportar os novos aplicativos.

Cloud computing elimina muitas dessas preocupações porque fornece um modelo de hospedagem com mais capacidade de armazenamento, poder computacional e serviços necessários para a construção e a implementação da aplicação, ao mesmo tempo em que racionaliza a fase de instalação e o processo de desenvolvimento global. Isto proporciona uma economia significativa. E os gerentes de TI ficam livres da necessidade de investir grandes recursos em infraestrutura de servidores adicionais e outros gastos, antes mesmo de considerar a aplicação em questão. Está tudo lá na nuvem, é barato, e está pronto para usar assim que a equipe de desenvolvimento precisar.

Por isso, em vez de focar na instalação e na infraestrutura, as equipes de desenvolvimento e os gestores de TI podem focar seus recursos nas aplicações em si, e alinhar isso às necessidades da organização. Com as soluções preparadas para atuarem na nuvem, os profissionais podem focar em gerar valor ao negócio, um dos princípios do desenvolvimento de aplicações alinhado à metodologia Lean, que pode posicionar a organização de TI como um contribuinte valioso para o negócio.

Cada vez menos obstáculos para confiança e segurança

Rapidez e economia são dois benefícios que o desenvolvimento para o modelo de cloud computing oferece. Porém, muitas companhias ainda enxergam a nuvem como instável e incerta, de modo que não confiam nela para hospedar sua infraestrutura. Apesar de ser uma preocupação válida, acredito que com planejamento as empresas podem clarear suas ideias e começar a aproveitar a nuvem para seus negócios.

A chave para o desenvolvimento de aplicações na nuvem é preparar sua arquitetura para esse desenvolvimento, de maneira a permitir à aplicação rodar, independentemente de qualquer falha que possa ocorrer. Isso inclui a construção de planos de recuperação e desastres que vão assegurar que o desenvolvimento possa continuar mesmo que os recursos se tornem indisponíveis durante o processo. Como a maioria das empresas já tem esses planos em prática, com o modelo de negócio on-premise, basta aplicar estes mesmos processos de planejamento de recuperação de desastre para seus investimentos na nuvem.

Outro obstáculo importante é a questão da segurança. Muitas organizações simplesmente não estão confortáveis com a mudança de todos os seus dados corporativos para uma nuvem pública e, por isso, optam por fazê-la de forma privada. O que essas empresas não conseguem perceber, no entanto, é que a nuvem privada é, muitas vezes, menos segura do que a pública.

O problema é que a nuvem privada conta com a infraestrutura de segurança da empresa que a abriga, enquanto que a pública é desenvolvida tendo a segurança como um dos pontos principais. Além disso, as nuvens privadas são, geralmente, menos confiáveis. Por isso, embora seja compreensível que as empresas devam tomar cuidado ao investir em cloud pública e estejam certas em se preocupar com seus dados corporativos, muitos desses temores são infundados, em muitos aspectos.

Alguns executivos, os mais visionários, já perceberam isso. E assim que a nuvem começar a provar como é importante para as organizações, as “paredes” que dificultam sua adoção começarão a cair.

Olhando para o futuro

A coisa mais importante que deve ser lembrada sobre cloud computing é não esperar perfeição. Porque nada é perfeito. Mas, com certeza, cloud é o avanço mais promissor dos últimos anos no campo do desenvolvimento de software.

Em 10 anos, as ofertas de cloud dos principais players vão dominar a área de desenvolvimento, enquanto os modelos tradicionais como Java e .Net serão deixados de lado.

(*) Daniel Viveiros é Gerente de Tecnologia Cloud da multinacional brasileira de TI, Ci&T.

Via CIO

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Problemas devido a falhas no processo de Comunicação

Ótimo artigo da  Daniella Mizerkowski do blog TI na Prática! Confiram.

Problemas de comunicação em projetos de software estão relacionados a diversos outros problemas de TI, como escopo mal definido, requisitos incompletos, falta de motivação da equipe, surpresas durante o projeto, insatisfação do cliente, etc. Tenho a intenção neste post de compartilhar o que aprendi e observei nestes últimos dois anos, relacionado a problemas/falta de comunicação nos projetos/nas equipes.
Comecei a pensar na comunicação depois que participei de duas dinâmicas muito interessantes. Em uma delas me senti encurralada por mim mesma… Pois “cai na armadilha”. Haha. Em outra fiz o papel de espectadora e foi muito interessante porque fora do processo tive a certeza que percebi muito mais detalhes do que se estivesse como participante.

Primeira dinâmica: Analistas de Sistemas e Analistas de Negócio foram separados em grupos mistos. Cada grupo recebeu um papel com uma parte escrita do corpo humano e cartolina, caneta, tesoura para fazer o desenho. A instrução passada foi a seguinte: Se reúnam cada um com seu grupo e desenhem o mais caprichado possível o que está escrito no papel. Vocês têm “x” minutos. Bom, ninguém perguntou nada… A maioria dos grupos se “fecharam” e focados na tarefa começaram a desenhar, recortar… Além disso, guardar segredo dos outros grupos! Não sei em que momento da dinâmica, se logo no começo aconteceu isso ou só no final, mas apenas alguns grupos tentaram conversar com o restante para saber como estavam fazendo o desenho, tamanho, cor do olho, etc. Acabado o tempo todas essas partes do corpo iriam formar uma pessoa. Foi muito engraçado! Um olho pequeno e outro enorme, nariz desproporcional do restante do rosto, uma perna mais comprida que a outra… Virou um monstrinho! Hehe

Conclusão: Fiquei de boca aberta, como que não me comuniquei com o restante dos grupos!? O que me fez achar que era uma competição? Fiz alguma pergunta aos organizadores da dinâmica para tirar dúvida? Nada disso… E todos conseguiram claramente visualizar os problemas que podem ser gerados por falta de comunicação/bom relacionamento. E era isso que estava acontecendo no nosso dia-a-dia. Vários projetos surgindo, cada um cuidando do seu e ninguém se preocupando em comunicar o restante das pessoas e envolvidos no processo. Cada um com sua interpretação.

Segunda dinâmica: Analistas de Sistemas e de Negócio novamente formaram grupos mistos e uma pessoa foi designada a fazer o papel do usuário do sistema. Quem fez o papel do usuário escreveu à parte todos os requisitos que o sistema deveria contemplar, os problemas do processo atual e guardou. Cada grupo deveria se reunir separadamente com o usuário do sistema e identificar todas as necessidades e requisitos que o sistema precisaria ter (depois implementar). O usuário fez o papel típico, foi perfeito! (Todas aquelas dificuldades que conhecemos, os grupos enfrentaram com este usuário, hehe). Eu fiquei de fora analisando todos os grupos. O resultado foi bem interessante porque cada grupo tinha um perfil bem diferente e mesmo assim, passaram pelas mesmas dificuldades.

Conclusão: Vou citar o que aconteceu com a maioria dos grupos: Dificuldade de extrair informações do usuário (ele não respondia de forma clara e o grupo não insistia); falta de questionamento e entendimento do processo durante o levantamento de requisitos e falaram da solução que poderia ser criada (sistema) logo na primeira entrevista. Muitas informações importantíssimas ficaram de fora e foram percebidas somente no final das reuniões.

A partir daí comecei a perceber vários outros problemas que estávamos enfrentando por falhas na comunicação. Vou citar alguns:

- As atividades que a equipe de desenvolvimento realizava não eram visíveis em lugar nenhum, então dificultava a noção de prioridade e tempo disponível da equipe para quem solicitava os projetos (o cenário é de uma empresa com desenvolvimento interno). Quando uma solicitação entrava na fila era gerada uma falsa esperança de que já “estava em desenvolvimento”. Isso causava vários problemas. Essa situação poderia ser solucionada com reuniões frequentes de Status dos projetos da equipe ou através de uma comunicação visual, um quadro de tarefas ou um sistema onde todos pudessem visualizar as solicitações em desenvolvimento.

- Os problemas enfrentados que poderiam atrasar o desenvolvimento não eram comunicados na hora certa para quem solicitava os projetos; só ficavam sabendo quando o prazo apertava ou cobravam algum Status, mas neste momento esses pequenos acontecimentos eram vistos como “justificativas” de atraso e o solicitante não tinha uma atitude compreensiva. Hoje qualquer problema que pode atrasar a atividade, seja a dependência de alguma informação, problemas com o ambiente de teste, reuniões inesperadas para participar, qualquer coisa… Comunico o solicitante. Tem ajudado muito!

- No final de algumas reuniões longas e de muitas discussões, cada um saia com uma visão e interpretação diferente e sem a obrigação de realizar alguma tarefa, mesmo que ela tivesse sido solicitada durante a reunião, como por exemplo: “vamos voltar a discutir melhor com fulano”, “precisamos de tal informação”… O participante saía da reunião como tinha entrado; convidado para participar de uma discussão e não convocado a realizar alguma ação. Nestas situações como organizadora de alguma reunião, reforçava com uma comunicação formal como um e-mail e uma ATA da Reunião para consolidar as ideias e destacar os próximos itens de ação, responsáveis e prazos.

Como o post está ficando grande, falo mais sobre comunicação (e em projetos SCRUM) nos próximos posts.
Termino com uma dica inclusive para mim mesma: OUÇA, QUESTIONE E AMADUREÇA A IDEIA antes de propor uma solução.

E uma dica simples, mas útil da revista Você/SA sobre comunicação que podemos usar: “Faça perguntas diretas para questões que precisem de respostas como “sim” ou “não”. Para obter informações ou explicações, use as chamadas perguntas abertas. Elas começam com pronomes interrogativos (quem, o que, quando, onde e como)”.

Abraços,

Via TI na Prática

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Humor: Protótipo

É gente… isso aí não é tão incomum não! Hehehe

Vai por mim.

Fonte: http://vidadeprogramador.com.br

Dez dicas de como conciliar vida pessoal e trabalho

Dada a natureza do trabalho em TI e da realidade econômica no mercado de trabalho, encontrar tal balanço pode ser uma tarefa difícil.
Mary K. Pratt, COMPUTERWORLD EUA

Na medida em que as companhias usam cada vez mais a tecnologia para ajudá-las a fazer mais com menos recursos, profissionais de TI começam a se sentir mais pressionados. E estamos falando de uma pressão que atinge todos os níveis.

Algumas posições em TI, como o de help desk, ainda tentam seguir a tendência de adotar uma jornada de oito horas, mas alguns deles são freqüentemente chamados à noite ou nos finais de semana, além de seu horário tradicional das 9 às 5 da tarde.

Ao mesmo tempo, gerentes dos mais altos níveis hierárquicos estão acumulando suas horas de trabalho na medida em que tentam atender prazos cada vez mais curtos para responder às demandas de suas companhias ou clientes.

Hoje, em todos os níveis, profissionais de TI começaram a dar voz ao seu desejo de ter algum tempo livre para sua vida pessoal. Em outras palavras, querem, pelo menos, alguma sombra do que seja um equilíbrio entre vida e trabalho.

Dada a natureza do trabalho em TI e da realidade econômica no mercado de trabalho, encontrar tal balanço pode ser uma tarefa difícil. Os profissionais de TI realmente trabalham longas jornadas. Jornadas de trabalho mais flexíveis, compartilhamento de trabalho, semanas mais condensadas e trabalho remoto são algumas das opções disponíveis para os profissionais de TI. Mas, nem sempre, resolvem.

Diante de todo o progresso, os profissionais de TI ainda tendem a permanecer no trabalho longas horas extras.

Então como encontrar formas de equilibrar seu tempo pessoal e o de trabalho – mesmo se você esteja em uma companhia menos progressiva no assunto? Executivos de TI e profissionais de TI experientes dividem, a partir de agora, suas estratégias para encontrar a correta equação.  E dão alguns conselhos que podem ajudar .

1) Estabeleça e faça cumprir as suas prioridades
O passo número 1 deve sempre ser estabelecer as prioridades, mantê-las claras em sua mente e, em seguida, trabalhar por elas.

Se o seu objetivo é participar mais ativamente de sua comunidade ou dar mais atenção aos relacionamentos pessoais, você vai precisar obter tempo para essas prioridades limitando sua jornada de trabalho – mesmo que isso signifique dizer ‘não’ aos projetos extras ou a uma promoção.

Brian Schultz, que atua no Battelle Memorial Institute, tentou esse exercício quando trabalhou como gerente no gerenciamento de riscos na Arthur Andersen LLP. Ele não queria seguir a mesma rotina dos demais executivos que conhecia e que sacrificavam sua vida pessoal em jornadas de 60 horas semanais.

“Desde o princípio, eu estabeleci uma lista de prioridades: Família, país, comunidade e companhia”, explica Schultz. “A companhia ficou por último. Se você leva isso a sério, é claro, vai acabar morando na rua. Por isso é importante que haja um balanceamento entre esses compromissos”, afirmou.

Schultz deixou a Arthur Andersen em 2000 porque não queria se sujeitar a uma jornada de 14 horas diárias e finais de semana. Em vez disso, ele encontrou uma posição em outra companhia que oferecia um trabalho desafiante, mas permitia que ele respeitasse o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

2) Comunique-se
Você estabeleceu suas prioridades. Agora deixe seus companheiros de trabalho saberem sobre elas. “Fronteiras são sempre invisíveis. Ninguém sabe que elas estão ali a não ser você. Se você não articulá-las, de que forma as outras pessoas vão saber que as estão atravessando?”, pergunta Lisa Martin, fundadora e presidente da companhia Briefcase Moms.

Isso é crucial para deixar claro o que você deseja, o que você pode fazer e o que você não pode, diz ela. Isso é também importante, claro, para levar a estratégia de trabalho para esse patamar, enfatiza. Encontre um tempo oportuno para discutir esses assuntos e utilize uma voz neutra para endereçar os erros.

Se, por exemplo, você negociou a possibilidade de deixar de trabalhar à noite por certo tempo, mas seu superior ainda mantém você até tarde na companhia, trate o problema de forma neutra (“esta é a sétima vez em dois meses em que trabalho até tarde nas noites de sexta-feira”) e relembre-o de seu propósito inicial (“nós concordamos com um determinado limite em horário”).

Compartilhe não somente suas prioridades, mas também selecionar detalhes de sua vida pessoal para dividir com companheiros de trabalho.

Esta foi uma estratégia que Bob Keefe, vice-presidente sênior da Mueller Co. adotou com sucesso. Quando ele trabalhava em outra companhia, sua equipe encontrou um erro sério em uma troca eletrônica de dados. O time tinha de contatar um colega para obter informações, mas sabia que ele estaria fora porque sua esposa iria fazer uma cirurgia.

“Ele era o tipo de pessoa que, se aquela ligação fosse feita, ele voltaria para o escritório. Por isso, decidimos dizer que era um problema menor, não sério o suficiente para fazê-lo retornar”, Keefe explicou. Como sabiam dessa situação pessoal antes (a cirurgia da esposa), a equipe cuidou para resolver a situação sem ter de incomodar o colega.

3) Construa um plano de negócios para tornar sua vida melhor
Profissionais mais experientes sempre anseiam por uma jornada de trabalho mais flexível como parte de pacotes de compensação quando recebem propostas de novos trabalhos.  Pessoas com habilidades especiais têm mais sucesso em obter esse tipo de tratamento especial,  mas isso não impede negociações à parte para férias adicionais, limitação de horas extras e jornadas flexíveis.

Você precisa demonstrar, baseado no seu desempenho anterior, que conseguirá entregar os mesmos resultados em um número menor de horas.

Se você quer trabalhar remotamente, por exemplo, deve explicar como consegue trabalhar bem sem a presença direta de um supervisor e como pode se comprometer com o trabalho mesmo sem visitas freqüentes ao escritório. Além disso, deve garantir que sua conexão em casa está alinhada ao plano de recuperação de desastres da companhia.

4) Tire vantagem das políticas e programas de sua corporação
Benefícios para uma vida pessoal melhor, sejam creche para seus filhos ou horários flexíveis, não ajudam se você não pode usufruir deles. Estude os programas que sua empresa oferece e escolha aqueles que podem realmente beneficiá-lo para escolher bem.

5) Procure um mentor
Olhe para as pessoas que você considera que tenham um bom equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e pergunte a elas como conseguiram.

Brian Abeyta, vice-presidente de TI de uma seguradora, lembra de admirar uma supervisora que administrava tanto seu trabalho de alto executivo como sua vida como mãe.

“Isso me forçou a admirar um gerenciamento muito disciplinado do tempo”, diz ele, adicionando que sua supervisora era muito boa em dedicação seu time e foco nas atividades que estavam sob sua responsabilidade. “Ela traçava um cronograma e se comprometia com ele. Onde quer que ela estivesse, estava no lugar certo e não pensava no que teria de fazer depois”, observa.

Esse tipo de foco e disciplina ajudou a ele e à sua equipe a aprender como honrar suas próprias prioridades pessoais, em vez de simplesmente cumprir tarefas profissionais mecanicamente. “Isso nos mostrou que podíamos respeitar o tempo de cada um e que tínhamos de respeitar a vida um do outro”, disse Abeyta.

6) Trabalhe de forma mais eficiente
Profissionais de tecnologia mais experientes sabem quando eles precisam correr de volta para o escritório e quando podem apenas ligar e resolver o problema remotamente, diz Natalie Gahrmann, uma expert em carreira da NRG Coaching Associates.

Ela afirma que seu marido, um diretor de TI, é um exemplo com seus hábitos: ele recentemente conseguiu resolver um problema no bakup da companhia pelo site de New Jersey, em vez de ter de se deslocar até Manhattan, o que lhe poupou muitas horas de vida pessoal.

Outra forma de trabalhar com mais eficiência: divida tarefas com um grupo. Você se torna mais eficiente quando pode dividir atividades com os demais. Isso significa menos tempo lidando com certos problemas e mais tempo para si.

7) Compartilhe seus conhecimentos
É sempre uma satisfação ser um expert em um programa específico, mas é perigoso ser o único a conhecê-lo. Nos casos em que você é de fato um expert, você deve formar uma equipe e treiná-los, mesmo se isso exigir que você tome a iniciativa. Você precisa compartilhar esse conhecimento porque se você tiver uma estrutura muito apoiada só em você, terá de estar sempre disponível.

8) Use seus dispositivos eletrônicos
Não há dúvida de que Keefe é um fã dos dispositivos eletrônicos porque ele, assim como muitos outros, pode usar esses aparelhos para continuar trabalhando onde quer que esteja a qualquer momento.

Além disso, diz ele, dispositivos móveis podem se conectar à rede corporativa, o que permite aos empregados não só recebam mensagens sobre potenciais problemas na companhia, como também resolvê-los onde quer que estejam.

Profissionais de TI inventaram de tudo para que as pessoas possam trabalhar a partir de qualquer lugar, de forma que ninguém nessa área precise ficar preso a um lugar em particular. Precisam tirar proveito disso também.

9) Use seus dispositivos eletrônicos de forma inteligente
Considere a afirmação: “Dispositivos como tablets e smartphones acorrentam você ao trabalho mais do que o liberam”.

Não é preciso que seja dessa forma, se você quiser estabelecer uma brecha em quanta atenção você dá a esse tipo de dispositivo. Quando Steve Davidek, uma administradora de sistemas, adquiriu um Blackberry um ano atrás, ele rapidamente se viu tendo de lidar com e-mails de todos os tipos e lugares.

Ele resolveu essa situação ao decidir parar de checar e-mails em determinados horários, comunicados previamente s seus funcionários e superiores. Em vez disso, colegas conseguem achá-lo via telefone para transmitir problemas que realmente precisem de uma solução urgente, imediata. “Preciso de um celular, não de uma rédea curta”, afirmou.

10) Mantenha perspectivas
É fácil sentir se sua vida está livre de golpes quando a sombra de um deadline se aproxima ou o sistema principal da companhia sofre alguma pane. Antes de entrar em pânico ou jogar a toalha, respire fundo. Você sempre vai lidar com apagões, é a vida, dizem os especialistas.

Em vez de focar em quão difícil é determinado momento – ou pior que isso, como é ter de tomar decisões difíceis com base em problemas de curto prazo – você deve ter uma perspectiva de longo prazo e considerar de que forma você está trabalhando para atingir suas metas profissionais e pessoais.

Fonte: http://cio.uol.com.br

Lançamento do Java 7 em 07/07/2011: muitas mudanças e um evento internacional

No próximo dia 7 de julho acontecerá o lançamento oficial do Java 7 que, depois de uma longa espera (quase cinco anos), trará várias mudanças importantes para a plataforma. De forma resumida, as alterações ocorrerão nos seguintes itens e especificações (JSRs): Máquina Virtual (JSR 292 eJSR 202), Linguagem (JSR 334), Class Loader, Concorrência, I18n, I/O (JSR 203), JDBC, Swing, Web (relacionadas às especificações JSR 206, JSR 222e JSR 224) e JavaDoc.

Para celebrar o lançamento, acontecerão três eventos simultâneos, em São Francisco, São Paulo e Londres, nos quais serão apresentadas as novidades da nova versão e também os caminhos futuros da plataforma. Em São Paulo, o lançamento será coordenado pelo SouJava como parte da trilha de Java do The Developer's Conference (TDC 2011). Os interessados em participar deverão se inscrever na conferência em qualquer uma das trilhas disponíveis no dia 7 de julho. Quem não puder estar presente pessoalmente, poderá acompanhar as atividades de lançamento via web.

Clique aqui para ver a descrição das principais mudanças no Java 7, agrupadas por JSR no artigo de Wellington Pinheiro no InfoQ!