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terça-feira, 29 de março de 2011

Aprendendo sobre a vida com Steve Jobs

Nesse vídeo, Steve Jobs conta um pouco de sua própria história de vida a formandos de Stanford e nos dá um ótimo exemplo sobre nunca desistir de seus sonhos, aprender a superar desafios e o mais importante, amar o seu trabalho, ou trabalhar com o que você ama.

Dúvidas sobre JBoss Seam e CDI ?

JBoss SeamMuitas pessoas estão com dúvidas sobre o que é CDI e sobre sua relação com o framework JBoss Seam, então vamos elucidar superficialmente essas dúvidas.

O JBoss Seam é um framework open source para Java EE que unifica o modelo de componentes usados em todas as camadas da aplicação, fazendo a ponte entre os componentes de Visualização  (Tela), Controle (Negócio) e Persistência (Banco de Dados) para que eles trabalhem de maneira uniforme e transparente.

Além da ponte entre estas tecnologias, o JBoss Seam oferece integração com uma grande gama de tecnologias: do AJAX que permite aplicações Web 2.0 com interface rica até a definição do fluxo das páginas por JBPM (Gerenciamento de Processos de Negócio com Java).

Passa também pela geração de PDFs, envio de email, indexação e busca avançada de conteúdo, balanceamento de carga, segurança, envio de mensagens, motor de regras, entre outros.

Seu criador foi Gaving King, o mesmo criador do Hibernate, que mais tarde deu origem ao JPA que faz parte da especificação do EJB 3 (JSR 220).

CDIE agora a história se repete, onde o core do JBoss Seam deu origem a especificação JSR 299, comumente chamada de CDI - Contexts and Dependency Injection for the JavaTM EE platform ou oficialmente chamada de WebBeans !

Mas isso será o fim do JBoss Seam? NÃO!!!! Como dito, somente o CORE do Seam deu origem a JSR 299, como Injeção de Dependência, Eventos, Inicialização, Interceptadores, Configuração, etc. As outras tecnologias do java como citadas acima (PDFs, envio de email, indexação e busca avançada de conteúdo, balanceamento de carga, segurança, envio de mensagens, motor de regras, etc.) continuarão a fazer parte agora do JBoss Seam 3, que terá seu core baseado no CDI.

Bom, na verdade o CDI será a especificação, o Seam 3 utilizará o Weld que é a implementação de referência da JSR 299.

Confuso ? Que tal uma imagem que fala por mil palavras vinda diretamente do site oficial do Seam ?

Clique para ampliar!

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Ficou mais claro né!  Em resumo:

CDI é uma especificação da JCP incluída no Java EE
Weld é a implementação de referência do CDI
Seam 3 é um conjunto de módulos que extendem a CDI para prover funcionalidades além das oferecidas pelo Java EE 6

Até o momento em que este artigo foi escrito, o Seam 3 está na versão 3.0.0.CR3, aguardando sua versão final, o que deve ser em breve e que virá com muitas novidades, como a integração com o JSF 2.0 (JSR 314), Servelet 3.0, JSP 2.2, EL 2.2, JSTL 1.2, EJB 3.1, JPA 2.0, JTA 1.1 e muito mais.

Referências desse artigo:

- http://jcp.org/en/jsr/summary?id=299
- http://seamframework.org/Seam3/Downloads
- http://jcp.org/en/jsr/detail?id=314
- http://seamframework.org/Weld

quarta-feira, 16 de março de 2011

Workflow/BPM com Seam e jBPM

Workflow/BPM com Seam e jBPM from Edgar Silva on Vimeo.

Ótimo Screencast de Edgar Silva sobre integração do JBoss Seam com jBPM.

Este screencast apresenta uma solução construida com o uso do JBoss Seam e JBoss jBPM.

No cenário apresentado, existe um workflow, com HumanTasks(Tarefas Humanas), de diferentes grupos.

Observe como o Seam torna fácil o reaproveitamento do seu código que envolve as classes de JPA.

Através de Simples Anotações, TagLibs e componentes, o Seam é também um framework, que além revolucionar o uso de JSF, EJB3, também é uma fantástica solução para Workflows em Java.

BPM com Soluções Open Source

Integração de BPM em aplicações corporativas JEE

Overview sobre Modelagem de Processos de Negócio com Java

segunda-feira, 7 de março de 2011

Chefes tóxicos! Como lidar.

Matéria interessante da Você SA!

Um chefe tóxico contamina todo o ambiente com seu comportamento. Ele é aquele que nega, com atitudes, os valores da empresa em que trabalha. Ele não conhece o limite que separa a pressão por resultados da falta de respeito pela equipe. Ele desrespeita as pessoas no tom de voz, no discurso, no excesso de centralização e na incapacidade de fazer com que elas cresçam. A especialidade do chefe tóxico é dar ordens, sem se preocupar com o coletivo. A ele falta a capacidade de liderar e inspirar pessoas. Um chefe assim não é modelo para ninguém. Ele não atrai nem retém os melhores talentos na própria equipe porque simplesmente sufoca e anula o que seus funcionários têm de melhor. Quem tem um chefe tóxico conhece os estragos que essa relação pode trazer para a saúde, para a carreira e até para a empresa que aceita esse tipo de comportamento. Contudo, tanto quem responde para um profissional com esse perfil quanto quem só ouviu dizer que ele existe não entende muito bem por que, afinal, as empresas ainda toleram essas pessoas. Para responder a essa pergunta — e também para apontar o melhor caminho para quem não quer ser envenenado por um chefe assim — VOCÊ S/A reuniu, no mês passado, especialistas em gestão de pessoas, executivos e leitores da revista para discutir o assunto. Você pode ver quem é cada um dos convidados nas páginas anteriores. O resultado da discussão você confere ao longo desta reportagem. Nas laterais das páginas, em verde, você ainda encontra a sugestão dos especialistas para resolver casos reais de chefes tóxicos relatados por leitores no Malhe Seu Chefe, do site da VOCÊ S/A.

DILEMAS NOCIVOS


Para começar, a resposta dos convidados à nossa questão inicial é que chefes nocivos são mantidos nas empresas por dois fatores principais: o resultado que entregam e a invisibilidade que suas toxinas podem ter para quem não está sob o mesmo guarda-chuva. "As empresas toleram pessoas com comportamento inadequado porque elas entregam resultados no curto prazo", diz Felipe Westin, diretor da área de desempenho organizacional da Right Management. “O que ocorre muitas vezes é que, com a desculpa de buscar resultados a qualquer custo, os chefes ultrapassam a linha tênue que separa a pressão por resultados do desrespeito à dignidade humana”, diz Marco Tulio Zanini, professor da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. “Avançar essa linha é inadmissível em qualquer circunstância.” O problema é que os limites de conduta se tornam ainda mais frágeis em um ano de crise econômica. Segundo um estudo da consultoria McKinsey, mais de 80% dos executivos reportam que as empresas onde trabalham estão mais focadas em resultados de curto prazos, mais rigorosas a aprovação de custos e ainda passaram a controlar as atividades com maior frequência. É o cenário ideal para a ocorrência de abusos, conscientes ou não. Há uma boa notícia, no entanto. Apesar de toda competitividade e guerra para crescer, as companhias começaram a perceber que acolher pessoas tóxicas nem sempre é bom negócio. “Antigamente, os funcionários eram avaliados apenas pelo resultado que alcançavam. Hoje, o comportamento também compõe a avaliação de desempenho”, diz Felipe, da Right. “A promoção de um profissional depende também de sua atitude e da forma como lida com as pessoas.” Basicamente, as empresas começam a perceber que, no longo prazo, os chefes tóxicos geram destruição. “As companhias aprendem que os resultados apresentados por esses profissionais não são sustentáveis”, diz Maria Lúcia Ginde, diretora de recursos humanos da Kimberly-Clark. A falta de sustentabilidade a que ela se refere está relacionada à continuidade do negócio e também das equipes. Um dos maiores sintomas da contaminação do ambiente, aliás, é a perda dos melhores profi ssionais de uma equipe. Um chefe tóxico não é capaz de reter talentos — um recurso caro para as empresas. “Mesmo que tenha funcionários capacitados, um chefe desses tem o dom de desmotivar um a um, utilizando as ideias do grupo para se autopromover”, diz Thiago Grossi, de 29 anos, coordenador de suprimentos corporativo da International Paper. “Felizmente, hoje em dia, a sociedade está mandando para dentro das organizações pessoas que não deixam que façam com elas o que outras gerações deixaram”, diz Rolando Pelliccia, diretor do Hay Group.

Veja a matéria completa na Você SA!