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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Google lança Chromebook com o tema: “Skip straight to the good stuff”

Google começa a vender o tão esperado Chromebook estrategicamente visando o natal.

Na página oficial, imagens de duas fabricantes estão disponíveis: Samsung e Acer.

Apostando num sistema operacional online, inova dizendo para não perder mais tempo com inicializações, para esquecer configurações, para esquecer os manuais e ir direto para a criação, compartilhamento e diversão.

“Porque tudo é mais rápido e fácil no Chromebook.”

Site oficial: http://www.google.com/chromebook/index.html

sábado, 12 de novembro de 2011

O que é a Semana Global do Empreendedorismo?

A Semana Global do Empreendedorismo é um movimento internacional que acontece todos os anos, durante o mês de novembro e que envolve hoje 104 países.

Só no ano passado, 41.711 organizações e parceiros que acreditam que é possível transformar o mundo por meio do empreendedorismo realizaram 37.560 atividades inspiradoras, despertando o espírito empreendedor de 7,25 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Em 2008, o Brasil foi um dos primeiros países a fazer parte do movimento. Desde então, realiza a maior Semana Global dentre os países participantes. Só em 2010, 594 parceiros realizaram 3.243 atividades em todo o país, impactando 2,6 milhões de participantes.

http://semanaglobal.org.br

Trabalho remoto traz inúmeros benefícios para empresas

Profissionais em home office podem ser mais felizes e produtivos do que os que desempenham as funções na sede da empresa.

O telecomuting, teletrabalho ou trabalho remoto, que permite às pessoas trabalharem em diferentes locais, oferece inúmeras oportunidades para as pequenas empresas, incluindo a redução de custos e a capacidade de contratar rapidamente trabalhadores temporários. Ferramentas de telepresença, como videoconferência, tornam o trabalho remoto possível.

O governo dos Estados Unidos adotou o trabalho remoto antes de muitas companhias do setor privado. Um número crescente de empresas tem prosperado com trabalhadores remotos, fornecendo serviços por meio da web.No Brasil, não existe qualquer artigo na lei que rege as relações de trabalho que proíba a modalidade, mas muitas empresas evitam a prática, diante das dificuldades de controle da jornada de trabalho, principalmente em função do cálculo de horas extras. Razão pela qual algumas empresas proponham ao trabalhador um acordo no contrato de trabalho, registrando a flexibilidade de trabalho externo em carteira, liberando-as do pagamento de horas extras.

A seguir, listamos alguns argumentos que servirão para considerar a ideia de que oferecer trabalho remoto para os membros da equipe pode ser uma excelente alternativa.

1 - Funcionários mais produtivos

Quando podem trabalhar em casa, eles não têm as distrações do escritório, e não gastam tempo com locomoção. Vários estudos acadêmicos e pesquisas corporativas mostram que os trabalhadores remotos são muitas vezes mais felizes e mais produtivos do que aqueles que ficam na sede da empresa. Alguns trabalhadores podem precisar de supervisão, mas você pode fazer isso por meio de metas de produção em vez de monitorar horas trabalhadas por dia.

2 - Alcançar os profissionais da equipe onde quer que estejam,independentemente da localização

Geralmente, a adoção do trabalho remoto implica na construção de infraestrutura mínima adequada: software e conexão à internet apropriados. As ferramentas incluem aplicações de controle remoto, software de colaboração e software de videoconferência. Pode ser mais fácil alcançar os membros da equipe por meio da web do que caminhar pelo escritório.

Os aplicativos de controle remoto como LogMeIn, GoToMyPC ou Splashtop Remote Desktop registram o usuário em casa e controlam o computador usado para o trabalho. Os software de colaboração como o Google Apps e o Office 365 permitem que os usuários compartilhem documentos, arquivos, apresentações, e outros dados em diferentes locais, simultaneamente. E software de videoconferência – como o Cisco WebEx Meeting Center, Citrix GoToMeeting, ou o Google+ Hangouts, que é de graça – facilitam reuniões de grupo.

3 - Economia de espaço e corte de custos

O trabalhador remoto não apenas suprime a própria mesa e o PC, como também energia elétrica, lanches, água, banda larga, serviço de telefonia e muito mais. Isso permite reduzir despesas para o escritório. Mesmo se você reembolsar alguns custos, como conectividade com a internet ou o uso do telefone, ainda irá economizar na metragem quadrada do espaço da empresa.

4 - Gestão aprimorada de TI e redução de custos de manutenção

Em geral, os trabalhadores remotos fornecem sua própria conectividade e PCs. Se for necessário instalar antivírus, acesso remoto, e outros software, os custos totais devem ser muito menores em comparação com a gestão in-house. Você vai querer definir normas e talvez implementar o cumprimento delas, como a verificação de software para garantir que ninguém que se conecte à rede esteja infectado com vírus ou que tenha software desatualizados.

5- Desfrutar de serviços baseados em nuvem

Em vez de hospedagem de servidores em seus escritórios, você pode tirar vantagem de aplicações na nuvem que permitem a telepresença. As aplicações cloud podem fornecer serviço mais confiável do que seus próprios servidores. Fornecedores de cloud têm vários data centers redundantes para garantir a conectividade confiável. Obviamente, você vai precisar investigar minuciosamente a segurança disponível e as opções de backup de cada serviço.

6 - Negócio mais ágil

Se as ferramentas estão configuradas corretamente, o trabalho remoto pode tornar a empresa mais ágil, dando maior flexibilidade aos profissionais para atender às exigências do projeto. Você pode, rapidamente, encontrar e recrutar trabalhadores para projetos específicos.

7 - Mão de obra mais barata

Se você está localizado em uma área cara, pode economizar quantidades substanciais de dinheiro. Os profissionais podem viver em regiões com boa e mais barata conectividade de internet – e estarão satisfeitos com salários mais baixos do que nas grandes cidades. Além disso, muitos funcionários aceitam um salário menor em troca do trabalho remoto.

Finalmente, se você contratar profissionais por meio de contratos independentes, irá economizar ainda nos custos de folha de pagamento.

O trabalho remoto pode salvar a companhia com somas substanciais com poucas desvantagens reais se você gerenciar a segurança com cuidado. A percepção de dificuldade na supervisão de trabalhadores remotos, muitas vezes parece ser a maior barreira para implementar o trabalho remoto, mas é possível superar isso olhando para o lucro.

Fonte: ComputerWorld

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Os 10 maus habitos dos desenvolvedores jsf

 
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Aproveitando o assunto, é interessante também aprofundar no tema Anatomia do JSF:
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL !!!

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:  "ninguém é insubstituível"! A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

E Beethoven?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio...

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?...

O rapaz fez uma pausa e continuou:

- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?

Nova pausa e prosseguiu:

- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.

- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de 'técnico de futebol', que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo. E voltou a dizer nesses termos:

- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados... Apenas peças... E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas'... Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:..NINGUÉM...Pois nosso Zaca é insubstituível." - concluiu o rapaz e o silêncio foi total.

Conclusão:


PORTANTO NUNCA ESQUEÇA:

VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO!

COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."


"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É... E OUTRAS... QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO... ACOSTUME-SE A ISSO... COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO..."

É bom para refletir e se valorizar!

Boa semana... INSUBSTITUÍVEL!!!!!                    

"Não basta fazer coisas boas; é preciso fazê-las bem"

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Lean para desenvolvimento de Software. Afinal, o que é isto?

A filosofia "Lean Thinking" (ou "Pensamento Enxuto") nasceu em meados dos anos 90 com o lançamento do best seller "The Machine That Changed the World : The Story of Lean Production".  Os princípios de image

demanda puxada (pull systems), just-in-time, qualidade total, teoria das restrições, melhoria contínua e flexibilidade aplicados na indústria japonesa, mais precisamente na Toyota e conhecidos como Toyota Way inspiraram também a indústria de software e fez surgir a abordagem do Lean Software Development.

Mary e Tom Poppendieck (gurus de Lean voltado a TI, defensores do agile e autores do livro: "Lean Software Development - An Agile Toolkit" que mostra como os princípios Lean podem ser aplicados em abordagens de desenvolvimento de software ágil) usou a seguinte frase para definir Lean:

image

"What is Lean?

•  Deliver continually increasing customer value
•  Expending continually decreasing effort
•  In the shortest possible timeframe
•  With the highest possible quality
A journey, not a destination. "

E acrescentam:  "Acelerar a produção do desenvolvimento de Software é geralmente uma questão de melhorar o processo ao invés de adicionar pessoas. Pare de fazer coisas que o cliente não valoriza! Vista os óculos do cliente! "
Tentando resumir em uma frase, Lean é um princípio ágil cujo foco é cortar a "gordura" do processo de software, focando na eliminação de desperdícios.

Princípios Lean aplicados ao software:

  1.    Elimine Desperdícios
  2.    Inclua a Qualidade no Processo
  3.    Crie Conhecimento
  4.    Adie Decisões e Comprometimentos
  5.    Entregue o quanto antes
  6.    Respeite as Pessoas e "Empower" a equipe
  7.    Otimize o Todo
Vamos ver os 7 princípios de Lean e como transforma-los em práticas ágeis.

sábado, 8 de outubro de 2011

Scrum e a Crise Mundial

I. Introdução

O mundo enfrenta uma das piores crises financeiras de sua história. Enquanto alguns acreditam que o momento atual se assemelha à crise de 1989, que gerou repercussões relativamente brandas e o mercado não demorou a se recuperar, outros afirmam que suas consequências serão catastróficas, comparáveis às da quebra da bolsa de Nova Iorque de 1929.

O fato é que diversos países europeus, Estados Unidos e Japão já se encontram em recessão. O Fundo Monerário Internacional (FMI) recentemente divulgou um relatório onde afirma que não só o mundo demorará a sair da recessão, mas também a recuperação das economias será menos vigorosa que em crises anteriores. Deverá haver também uma fuga maciça de capitais de países emergentes como Índia e Brasil. O Fundo divulgou ainda uma previsão de que a economia mundial encolherá 1,3% em 2009.

Mesmo o Brasil, que fortaleceu sua economia e vem resistindo à recessão, tem previsão de retração dos mesmos 1,3% para este ano.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

BNDES: Dinheiro tem. Faltam empreendedores no Brasil

Ao participar do Rio Info 2011, nesta terça-feira, 27/09, o vice-presidente do BNDES, José Carlos Ferraz, tocou numa ferida do setor de TIC. Disse que a instituição está apta a investir em projetos da área, mas lamentou o pouco foco em inovação por parte das companhias.

Durante a sua apresentação, Ferraz admitiu que o momento econômico mundial é grave - e a situação crítica deverá perdurar por alguns anos - mas salientou que o Brasil, depois de ter sofrido tantos problemas internos, está mais fortalecido para enfrentar uma possível recessão. "Mas temos que investir muito em inovação. O Brasil tem uma oportunidade sem igual, mas precisa saber que a disputa será muito acirrada", destacou.

Em entrevista à CDTV, do Portal Convergência Digital, o vice-presidente do BNDES ressaltou que as mudanças no Prosoft - projeto de incentivos ao software onde 327 projetos já foram beneficiados - serão para aperfeiçoar o modelo. "Posso garantir que tudo virá para melhorar. TIC é uma área prioritária", afirmou.

Mas foi bastante crítico com o setor: "Dinheiro o BNDES tem, mas faltam projetos empreendedores. Temos que inovar muito mais". Ferraz também não hesitou em afirmar que se as empresas nacionais não aproveitarem o momento, as companhias entrantes - leia-se capital internacional - vão ocupar o espaço, uma vez que há o potencial de negócios. Acompanhe a entrevista de José Carlos Ferraz à CDTV, do Convergência Digital.

Via Convergência Digital

Livro Gestão de Produtos com Scrum

Quem é Product Owner raramente encontra livros e apresentações sobre a gestão de produtos, práticas e ferramentas com os métodos ágeis.
A grande maioria dos livros disponíveis são sobre o Scrum de modo geral e outros métodos ágeis, mas não focam no trabalho do PO.
Contudo, acaba de ser lançado um livro, em português, que o foco é a  Gestão de Produtos com Scrum do autor Roman Pichler, é dos poucos livros que é voltado para os Product Owners.

Gestão de Produtos com Scrum - Implementando Métodos Ágeis na Criação e Desenvolvimento de Produtos
- Prefácio de Jeff Sutherland (um dos criados do Scrum)
ISBN: 8535248072
Edição:Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 176
Editora: Campus
Preço: R$ 48,00


Conteúdo:
1 - Entendendo o papel do Product Owner
2 - Criando a visão para o produto
3 - Trabalhando com Product Backlog
4 - Planejando o release
5 - Colaborando nas reuniões de Sprint
6 - Transição para o papel de Product Owner.

Resumo:
Neste livro, o autor apresenta exemplos reais sobre como os 'Product Owners' podem criar produtos bem-sucedidos adotando as técnicas de gerenciamento ágil de projetos. Ele descreve diversas práticas, incluindo como fazer funcionar o trabalho de descoberta ágil do produto, criar o produto mínimo comercializável e aproveitar o máximo o feedback do cliente.
É demonstrado uma comparação entre o processo ágil de criação de produtos e o processo de criação de  produtos tradicional e como evitar e resolver os problemas  e desafios comuns que os 'Product Owners' enfrentam no dia-a-dia.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Software pouco competitivo

Grande parte das empresas brasileiras de software demora muito a perceber a mudança dos ventos

O MERCADO de software e serviços de TICs deve chegar a R$ 63 bilhões em 2011.

Software pouco competitivoSoftware pouco competitivo

O MERCADO de software e serviços de TICs(Tecnologias da Informação e Comunicação) deve chegar a R$ 63 bilhões em 2011. E a taxa de crescimento anual, até 2020, deve ser o dobro da do aumento do PIB (Produto Interno Bruto).
Essas boas notícias (no link bit.ly/pV0ZDQ) seriam ainda melhores se não revelassem, também, que 97,3% das 75 mil empresas do setor empregam de 5 a 19 pessoas e que só 0,5% do total tem mais de 50 colaboradores. Ah, e que as margens do setor -no país- vêm diminuindo ano a ano.
Tem mais: o Brasil não está se tornando mais competitivo no mercado internacional e, depois de 20 anos tentando, exportamos apenas 5% do que exportam os indianos (veja em bit.ly/o3Ntrm). Sem falar que boa parte disso advém dos negócios internacionais das filiais nacionais de empresas globais.
As razões que levam a tal conjuntura são muitas e, como pode-se imaginar, passam pelos problemas estruturais da falta de competitividade nacional em quase tudo o que não é commodity.
É aí onde entra o título do texto: a vasta maioria das empresas nacionais de software está perigosamente perto de se tornar commodity no mercado errado. Isso significa escrever linhas de código e software genérico, manter sistemas e serviços indiferenciados que, podendo estar em qualquer lugar do planeta graças à internet, irão para onde for mais barato, desde que haja um mínimo de confiança.
Como os padrões de desenvolvimento, operação e gestão de TICs são globais, vai ser difícil ver tais coisas por aqui, face à nossa já mencionada falta de competitividade.
O risco, claro, é a comoditização da empresa nacional de software. O que é dito com todas as letras pelo BNDES (no link bit.ly/rksnsS), ao revelar que não falta dinheiro para financiar novos empreendimentos, mas projetos e propostas inovadoras.
É preciso considerar que o tipo, a forma e a celeridade dos recursos do BNDES não são os mesmos que os do mercado internacional de capital empreendedor para software e serviços. Mas o banco tem razão: estamos sofrendo, e não é de hoje, de escassez de criatividade e inovação. E, como se não bastasse, de baixa capacidade empreendedora.
A combinação desses três deficit é quase sempre fatal para qualquer novo negócio. E quase nunca vai gerar um novo negócio inovador de crescimento empreendedor -as empresas que, depois de um tempo de gestação, têm crescimento quase exponencial de receita, seguido por outro, menos agudo, de despesas.
Para ter uma ideia do que isso significa, é bom olhar (no link bit.ly/n372CN) o que acontece com a Amazon.com, que ainda está crescendo a 50% ao ano.
Quase todo negócio está no negócio de software (também) porque seus processos precisam ser codificados para serem executados e acompanhados.
Isso é ainda mais verdade nas empresas distribuídas, onde o dono não vê, o tempo todo, o balcão e o caixa. A maior parte das empresas brasileiras de software está no negócio de, sob demanda, codificar outras empresas. E é daí que vem sua comoditização e diminuição de lucratividade recente. Mas essa nem é a ameaça principal.
Software está se tornando serviço, via provedores como Salesforce.com. Mais empresas e pessoas vão usar mais software, mais sofisticado e de desenvolvimento mais complexo, porque sujeito a novos parâmetros de performance, experiência de uso, segurança e resiliência.
Ao mesmo tempo, tal "informaticidade" (veja no link bit.ly/aT96C1) vai padronizar processos e o próprio software, comoditizando não seu desenvolvimento, mas seu uso. E o resultado será menos empresas pequenas escrevendo repetidamente o "mesmo" software, a "mesma" folha ou contas a pagar.
Isso deve recriar a economia global de software -agora como serviço- numa nova escala -global- de desenvolvimento, utilização, agregação e captura de valor.
Em sua quase totalidade, as empresas brasileiras de software demoram muito a perceber a mudança dos ventos e, nessa virada, não será surpresa se, em vez de se tornarem commodity, boa parte daquelas 97,3% se torne, simplesmente, extinta.

SILVIO MEIRA, conselheiro do CDES, fundador do www.portodigital.org e cientista-chefe do www.cesar.org.br.

Publicado na Folha de S.Paulo

terça-feira, 27 de setembro de 2011

10 questionamentos para o futuro empreendedor

Tornar-se dono do próprio negócio é o sonho de muita gente. Muitos planejam atingir esse objetivo ao longo de anos de carreira corporativa, loucos para se livrar das amarras do escritório, da imposição de chefes, das intermináveis reuniões que muitas vezes não levam a lugar algum.

Porém (e sempre existirá um porém),  ser empreendedor não é necessariamente um passeio pelo bosque encantado. Trata-se, antes de tudo, de uma atividade que envolve risco, perseverança, demandando coragem, disciplina e, sobretudo, uma atitude de vida profissional absolutamente distinta daquela exigida para um emprego comum.

To be or not to be?

Cientes disso, elaboramos dez autoquestionamentos para que o futuro empresário possa confrontar seus sonhos com a concreta realidade.
Vamos lá:

1º Questionamento: Estou preparado para assumir integralmente a responsabilidade pela minha geração de renda e sustento, como resultante daquilo que é gerado pelo meu próprio negócio?

2º Questionamento: Estarei satisfeito e realizado ao abdicar do status que a minha posição corporativa garantia?

3º Questionamento: Estou preparado para viver rigorosamente dentro da minha realidade econômica, construindo um colchão de segurança financeira a partir da contenção das despesas pessoais e da redução do consumo habitual?

4º Questionamento: Tenho paciência para enfrentar uma jornada de médio a longo prazo de trabalho duro e convivência com riscos, antes de atingir solidez econômica e satisfação financeira?

5º Questionamento: Conseguirei conviver com serenidade longe do “glamour”  corporativo e dos jogos de poder travados nos corredores e salas de reunião?

6º Questionamento: Estou preparado para enfrentar uma jornada diária de trabalho sem horários definidos para seu início ou término?

7º Questionamento: Estou emocionalmente maduro para pensar e decidir por conta própria, sem o apoio de chefes, colegas e consultores motivacionais?

8º Questionamento: Pretendo me tornar empreendedor pelo desejo de tornar-me rico ou pelo anseio de realizar e assumir o controle do meu próprio destino?

9º Questionamento: Serei feliz na solidão que envolve controlar o próprio destino e ser o centro das decisões vitais da minha vida empresarial?

10º Questionamento: Estou preparado para trabalhar com a mínima estrutura de suporte, assumindo com tranquilidade as tarefas que antes eram delegadas para secretárias, assistentes ou estagiários?

Por Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil

Texto parte da coluna da Plataforma Brasil feito para os leitores do blog Saia do Lugar.

Lean Startup substitui ou complementa o Agile?

Joshua Kerievsky iniciou um intenso debate em um post recente, no blog da Industrial Logic, intitulado "Agile vs Lean Startup". Ele declara que Lean Startup é melhor que Agile e apresenta uma tabela contrastando vários aspectos das filosofias Agile e Lean Startup, reproduzida a seguir.

Agile Lean Startup
Roadmap do Produto Business Model Canvas
Visão do Produto Adequação do Produto ao Mercado
Plano de Release Mínimo Produto Viável
Sprint Kanban
Revisão do Sprint Pivot ou Persevere Decision
Cliente On-Site "Saia do prédio"
Histório do Usuário Hipótese
Backlog Lista "Para aprender"
Definição de Pronto Aprendizagem Validada
Vermelho-Verde-Refatore Aprenda-Meça-Construa
Feedback do Cliente Validação do Cliente
Teste de Aceitação Teste de Separação
Velocidade A A R R R (Aquisição, Ativação, Retenção, Referências, Receitas)
Objeto de Simulação Funcionalidade Falsa
Integração Contínua Implantação Contínua
Certified Scrum Master Gerente de Sucesso do Cliente

Abby Fichtner do Hacker Chick Blog republicou a tabela, fazendo o seguinte comentário:

Em Agile, medimos o progresso com a Velocidade. Perguntamos "quanto software desenvolvemos esta semana?" Já o Lean Startup diz: "quem liga o quanto de software desenvolvemos na semana. O importante é saber quantas pessoas compraram o produto ou utilizaram nosso software".

O post gerou pelo menos outro post contestando a natureza de Agile vs Lean Startup, fazendo referência à tabela de Kerievsky. Todd Charon no blog Planning for Failuredesafiou a premissa básica do post original:

Não faz sentido a comparação Agile versus Lean Startup. Não faz sentido afirmar que são opostos de alguma maneira, e que se deve escolher entre os dois, ou convencer as pessoas de que o Lean Startup é superior ao Agile. Isso é mais prejudicial do que benéfico para as comunidades Agile e Lean Startup.

Charon passa a discutir cada uma das comparações na tabela e sustenta que não são conceitos antagônicos e sim complementares. Mostra-se especialmente preocupado com a percepção de que Lean Startup seja de alguma forma um substituto do Agile, o que prejudicaria a comunidade de desenvolvimento de software em geral:

Digamos que você é um agente de mudanças e está tentando introduzir Agile em uma organização waterfall, nos dias que antecederam a onda do Lean Startup. Está começando a progredir, mas ainda encontra resistências. Então de repente você se vira e exclama "Lean Startup é um caminho melhor que Agile, vamos pular para a nova tendência!". Qual a credibilidade terá? E para os que falavam "Agile é apenas uma moda passageira", quando ouvem que o Lean Startup é muito melhor, vão dizer "Eu te disse, esta moda também é passageira. Não há razão para mudar."
E se você está tentando introduzir uma abordagem Lean Startup, boa sorte ao conseguir implantar práticas de desenvolvimento sólidas. Você provavelmente vai ouvir algo como: "Não precisamos de Agile, Lean Startup é muito melhor. Não precisamos de integração contínua ou TDD, simplesmente vamos entregar." Ou mesmo, "ontem vocês estavam vendendo Agile, agora é Lean Startup. Vocês são todos uns picaretas..."

Todd Charon termina com um apelo para que se adote a perspectiva de que Agile e Lean Startup são realmente complementares e que o Lean Startup pode levar times Agile para além da nota máxima em agilidade.

Postado por Shane Hastie , traduzido por Paulo Rebelo em 26 Set 2011 no InfoQ

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Lean Startup impulsiona nova onda de empreendedorismo no Brasil

O software vai dominar o mundo. É o que defende o empreendedor Marc Andreessen em um recente artigo publicado no The Wall Street Journal. O executivo dá exemplos de empresas como Google, Apple, Facebook, Linkedin e Netflix que, além de sua relevância no mercado de capitais, estão tomando espaços importantes na economia, antes dominados por empresas de DNA não tecnológico. No meio desta revolução, os EUA continuam líderes devido à combinação (sem paralelo) de boas universidades, cultura de negócios pró-risco, respeito a contratos e grande quantidade de capital de risco buscando inovação e negócios confiáveis.

Apesar da liderança norte-americana, aqui no Brasil passamos por uma era de ouro de startups de tecnologia. Para aproveitar esse cenário, os empreendedores contam hoje com uma ferramenta resultado de 10 anos de aprendizado após o final da bolha de tecnologia dos anos 90. Trata-se do Lean Startup, conceito já comumente utilizado nos Estados Unidos e criado pelo norte-americano Eric Ries. De forma simplificada, pode-se dizer que é fazer startups com pouco desperdício e ciclo de aprendizado rápido, a partir de duas práticas: o desenvolvimento de clientes (customer development, criado por Steve Blank) e o uso de metodologias ágeis para desenvolvimento de software.

Considerado o aspecto mais revolucionário da prática, o customer development consiste em três passos iniciais: o primeiro é buscar um modelo de negócio no qual o produto seja adequado ao mercado; o segundo é evoluir e trabalhar o processo de venda até que ele se torne repetível e o empreendedor esteja seguro e confortável para utilizá-lo; e o terceiro é contratar gestores que sejam capazes de dar andamento ao processo de crescimento da empresa, que neste ponto busca escalar rapidamente o modelo de sucesso e se apropriar da oportunidade. Ao fim das três fases, que se “encaixam”, a empresa está pronta para executar o modelo de negócios.

Após 13 anos de experiência, passagem pelas duas bolhas e 17 tentativas com erros e acertos, chegamos a um modelo que consideramos, hoje, o mais adequado para empreender em TI. Primeiro, descobrimos que deveríamos abandonar as premissas de que sabemos qual é a necessidade do cliente e como atender essa necessidade. Com elas, utilizávamos métodos tradicionais de lançamento de produtos (como waterfall e, depois, unificado) nos quais elaborávamos cada fase do processo de forma sequencial. Para agir de maneira mais rápida e evolutiva, optamos pelos métodos ágeis, que têm no SCRUM seu principal representante. O SCRUM é uma forma empírica de criar software sem desperdícios. Com a metodologia, os projetos não têm escopo rígido e cada etapa é construída de forma evolutiva, com cliente e fornecedor atuando conjuntamente.

Porém, apesar de endereçar o espaço da solução, a adoção de metodos ágeis não ajudava a entender o problema. Precisávamos também de desenvolvimento do cliente, o que, no processo de busca do modelo de negócios, significa responder a uma série de questionamentos, como para quem vender, o que e como oferecer, quais serão as relações que teremos com os clientes, quanto eles estarão dispostos a pagar pelo serviço, quais serão os recursos de que precisaremos e quais deles serão essenciais, quais atividades serão cruciais para desenvolvimento do negócio, quem serão os parceiros e fornecedores que vamos precisar e, por fim, qual é a estrutura de custos que teremos. Após alcançar as respostas para essas perguntas, temos o modelo de negócio. Para colocá-lo em prática, usamos o SCRUM.

A soma de tudo isso é a prática de Lean Startup que, associada ao uso de ferramentas open source e cloud computing, é considerada atualmente a melhor forma de estruturar um novo negócio de tecnologia. Os modelos de open source e de cloud computing democratizaram o espaço de competição, eliminando a necessidade de investimentos na infraestrutura computacional e dando uma adaptabilidade fluida a esta estrutura, que se adapta perfeitamente ao negócio.

Sem esquecer, é claro, a evolução das pessoas. Isso porque o sucesso não depende apenas do empreendedor, é fundamental que haja um alinhamento de interesses do time como um todo. É importante estimular constantemente a equipe, tornando-a parceira, inclusive com divisão dos lucros. Outro ponto a ser destacado é o DNA do empreendedor, que deve combinar adaptabilidade com resiliência. É preciso muito esforço, leitura e conversas. A máxima “a verdade está fora do escritório” é uma realidade. Se quiser empreender, converse com muitas pessoas e ouça opiniões para criar um negócio com “robustez”, que possa ser transformado em outro se necessário. É a troca do “plano A” pelo “plano que funcione”, como aconselha Ash Maurya.

Por fim, sugiro algumas referências teóricas para candidatos a empreendedores. Os livros “The four steps to epiphany”, de Steve Gary Blank; “Running Lean”, de Ash Maurya; e “Business Model Generation”, de Alexander Ostwalder, são bases importantes, além do “The Lean Startup”, de Eric Ries, que será lançado em setembro deste ano. Apresentações de Steve Blank no slideshare e blogs como www.businessmodelalchemist.com, www.startuplessonslearned.com e theleanstartup.com também podem ajudar. Boa sorte em seu novo negócio!

* Fernando de la Riva é sócio-fundador e diretor-presidente da Concrete Solutions, consultoria global de tecnologia da informação especializada no desenvolvimento de negócios digitais. Foi CEO de transição e COO da Teknoland do Brasil e fundador da Atness Computing Services, empresa que foi adquirida pela Teknoland RTT, companhia espanhola de TI e internet do Grupo Terra/Telefônica. Bacharel em Engenharia da Computação pela PUC-RJ, pós-graduado em gestão empresarial pela COPPEAD, MBA pela Columbia Business School e mestrado pela London Business School. 

Via SEGS

Outras boas fontes sobre o assunto pode ser encontradas nos links a seguir:

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Comportamentos da geração Y impedem crescimento profissional

A geração Y, nascida a partir de 1978, mudou a dinâmica do mercado de trabalho -- que ficou mais antenado e flexível.

Algumas características desses jovens profissionais, contudo, não agradam a todos e até prejudicam a carreira de quem não sabe lidar com elas, afirmam consultores.

"O mercado aceita [alguns comportamentos do jovem] porque não há mão de obra qualificada", afirma o "coach" Alexandre Prates.

O mercado de trabalho aquecido e mais competitivo faz com que integrantes da geração Y não percebam que, se não mudarem alguns aspectos, podem colocar a carreira em risco, destaca o consultor.

Comportamentos como dinamismo em excesso, urgência em crescer e pressa em atingir resultados são considerados positivos, se bem dosados.

"Tem muito jovem com potencial, mas com muita ânsia de crescer, o que o faz atropelar os acontecimentos", considera Marisa da Silva, consultora de carreira da Career Center.

Sem limites, jovens profissionais deixam de fechar ciclos nas empresas. "O mundo corporativo tem um tempo diferente, e eles precisam entender que é preciso um tempo para chegarem lá, que não é em um click", afirma Alexandra Morgado, gerente de treinamento e desenvolvimento da Personal Service, de consultoria.

SEM HISTÓRIA
Dentre as características que podem barrar a carreira da geração Y, segundo especialistas consultados, está o ímpeto em ocupar os melhores cargos no menor espaço de tempo possível. "Com isso, eles não têm crescimento sustentável e não adquirem conhecimento prático e concreto do negócio", afirma Silva.

O "foco excessivo" na carreira, afirma Prates, também é fator que prejudica os jovens profissionais. "Falta comprometimento nessa geração. Ela não se apaixona pela empresa e pelo trabalho."

A dificuldade em lidar com os próprios fracassos profissionais pode impedir ascensões mais seguras. "Isso é falta de vivência profissional, de criar uma história em uma empresa", avalia Morgado.

"Com maturidade e vivência, ele consegue tomar decisões, ser mais autoconfiante e se frustrar menos", enfatiza Morgado.

Via  CAMILA MENDONÇA da Folha.com

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Um dia na terra do Kanban

Essas tirinhas foram postadas pelo Henrik Kniberg, autor do livro “Scrum e XP direto das Trincheiras“, em seu blog.

É uma historinha bem humorada do dia a dia de negociações com nossos Product Owners.

O post original pode ser visto em:One day in Kanban land





sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Google apresenta projeto na Feira do Empreendedor de MT

Realizada em parceria com o Sebrae, a ferramenta Conecte seu Negócio permite ao empresário criar site com baixo custo


Da Agência Sebrae de Notícias

Editora Globo

Produzir, vender, atender e divulgar o negócio são atividades cotidianas na vida do empreendedor. Com tantas atribuições, é comum faltar tempo e dinheiro para cada uma das fases do processo e, via de regra, a mais afetada é a divulgação. O Google criou a ferramenta “Conecte seu Negócio” para que o empresário construa seu primeiro site. Rodrigo Furtado, gerente de Marketing da empresa no Brasil, falou na Feira do Empreendedor na quinta-feira (18/8) da ferramenta, que no país conta com parceria do Sebrae.
O “Conecte seu Negócio” já foi lançado em 15 países. A participação na Feira do Empreendedor em Mato Grosso é o primeiro de um circuito de seis eventos que o Google vai participar ainda este ano no Brasil. Por meio da ferramenta, o empreendedor pode ter o registro do domínio, a produção do site e a hospedagem por um ano ao valor de R$ 29,95. Para celebrar a parceria, mil sites gratuitos estão sendo oferecidos exclusivamente aos participantes da Feira do Empreendedor de Mato Grosso.
Lançada há apenas um mês no Brasil, a ferramenta digital ainda não disponibiliza estatísticas, mas os resultados estão além das expectativas, segundo Furtado. Mais informações sobre o produto podem ser obtidas neste site. "O sistema é tão simples que o empresário pode criar o site de sua casa, no seu próprio computador”, explica.
Com expectativa de receber 20 mil visitantes, a Feira do Empreendedor 2011 é realizada pelo Sebrae em Mato Grosso no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, até o próximo domingo (21/8).

Acesse: http://www.conecteseunegocio.com.br/

Via Pequenas Empresas & Grandes Negócios

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

10 licoes sobre como falar com um investidor

Scrum no desenvolvimento de sites e ações de Marketing Digital

Metodologia ágil de gerenciamento de projetos é implementada por web designers e analistas de redes sociais

Quadro de tarefas do Scrum - Kanban

Quadro de tarefas do Scrum

Scrum é um método de gerenciamento de projetos muito usado atualmente pela TI de diversas empresas para o desenvolvimento de softwares, mas que tem um recente crescimento em áreas como Web Design e Marketing Digital(mídias sociais).

A metodologia ágil Scrum atua no sentido deaumentar o ROI (retorno sobre investimento ou relação custo-benefício) de um projeto. Através dele, é possível dividir as etapas de construção de um Web Site, por exemplo, priorizando as entregasde acordo com o valor agregado que a parte finalizada trará ao cliente, elevando sua satisfação.

Nos métodos gerenciais tradicionais como o PMBOK/PMI, o escopo (conjunto de funcionalidades do produto) é fechado, muitas vezes pela força de um contrato. A flexibilidade fica com a qualidade (mais rápido = pior qualidade e mais bugs), custo (mudança no projeto = preço mais caro) e prazo (novas funções = adiamentos e atrasos constantes).

Já no Scrum, o escopo é flexível, pois parte-se da ideia de que o cliente não é capaz de definir tudo o que deseja antes de começar a usar um software ou site. Ao final de uma sprint (trabalho que dura de 1 a 4 semanas) é entregue uma parte de um portal, por exemplo. Isto permite que o cliente dê um melhor feedbackpara os deselvolvedores, que, por sua vez podem entregar as funcionalidades que mais vão agregar valor ao projeto.

No final, muitas das funções pensadas inicialmente não serão implementadas, porque ao longo do projeto foram preteridas, perdendo importância. Outras surgirão e serão priorizadas, pois, no momento, incrementam mais o ROI. Desde o início de um projeto, o cliente já recebe partes do produto, que vai sofrendo um processo de melhoria contínua ao longo das sprints.

Do início ao fim, o que se vê é software, produto concreto, e não papel, levantamento de requisitos, burocracia. Esta é a filosofia do Manifesto Ágil.

Equipe multidisciplinar e  auto-organizada

A equipe de um projeto Scrum deve ser composta por um grupo multidisciplinar de profissionais, que, a partir datroca de experiências e conhecimentos, podem crescer juntos com o desenvolvimento do produto.

Cabe ao Scrum Master ajudar a equipe a trabalhar. Ele não é o chefe tradicional, que dá ordens, manda e delega tarefas. O Scrum Master organiza as reuniões de planejamento (Sprint Planning) e revisão (retrospective e Sprint review), além do feedback diário (stand-up daily meeting). O próprio time distribui as tarefas e escolhe a maneira de executá-la (pair programming ou individualmente).

Já o Product Owner (dono do produto) é a figura responsável por aprovar ou rejeitar as entregas de partes de um site ao final de uma sprint. O PO quebra o projeto em histórias (stories ou épicos) e as prioriza, de acordo com a visão do negócio em que está inserido o projeto. E o Scrum Master, junto com a equipe, divide uma história em tarefas. Tudo para elevar o valor agregado do produto (website, aplicativo mobile ou software).

Ainda vou falar muito de métodos ágeis de gerenciamento de projetos como XP (eXtreme Programming), Scrum e Kanban. Termino aqui com a lista dos quatro pilares do Manifesto Ágil:

  • Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano

Via Arturo Ilha

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Adoção de Scrum: rigidez em excesso?

Excelente artigo de Vikas Hazrati que coloca em questão a rigidez dos processos e responsabilidades dos papéis do Scrum, levando-nos a perguntar se é o framework em si que é rígido quanto a isso ou se é quem o implanta, principalmente em equipes inexperientes no mundo Agile, que é rígido?

O Scrum é visto como uma metodologia de desenvolvimento de software flexível e adaptável, que foca na melhoria do processo de desenvolvimento e à qual houve vários casos de sucesso atribuídos. Contudo, muitas equipes continuam a sentir um grau de inflexibilidade e rigidez. O problema seria do Scrum ou da maneira como vem sendo adotado?

Terry Bunio, na sua carta ao Scrum conta como se encantou inicialmente com os processos e procedimentos do Scrum. Aos poucos, no entanto, percebeu que a rigidez do framework não dava a liberdade necessária para o sucesso dos seus projetos.

Eu precisava de um processo ao qual pudesse adicionar tarefas e requisitos durante o sprint quando isso fizesse sentido. Não queria estar limitado pela duração das retrospectivas, se achasse que havia mais para ser discutido… não gostava de ser chamado de Scrum Master. O papel parecia diminuir o meu valor como gerente de projetos, tornando-me apenas um guardião do processo, ao invés de um membro importante. Sentia-me como se não fizesse mais parte da equipe.

Marek Blotny, demonstrou sentimento similar sobre as práticas dos standups diários. Blotny diz não gostar da ideia de membros da equipe ficarem “parados” aguardando a sua vez de falar. Isso acaba, de acordo com ele, com o compartilhamento espontâneo de conhecimento. Blotny também menciona que às vezes o limite de 15 minutos atrapalha. De acordo com ele, se uma boa discussão estiver acontecendo e toda a equipe estiver envolvida, a discussão deveria continuar.

Se me perguntassem se faz sentido impor uma estrutura rígida como as reuniões diárias, responderia que definitivamente não. Pode haver reuniões diárias úteis e efetivas que incentivam o trabalho em equipe – ou uma estrutura rígida em que se que seguem as regras estritamente.

Rod Claar diz que, embora o Scrum seja flexível, as equipes que o adotam pela primeira vez tendem a torná-lo mais rígido na tentativa de acertar com o Scrum já na primeira tentativa. Rachel Davies também destaca essa tendência:

Fico alarmada quando ouço falar de Scrum Masters ou de equipes tentando utilizar “Scrum como manda o manual”. Scrum é o ponto de partida da jornada de uma equipe pelo processo ágil de desenvolvimento; utilizá-lo não é o objetivo final. O Scrum é usado para entregar incrementos do produto. Nunca virão investigar se o trabalho de sua equipe está em conformidade com o Scrum.

Geoffrey Wiseman adiciona que a rigidez no processo e a agilidade não são necessariamente coisas opostas. O processo pode definir que não deve haver interferência depois que um sprint é iniciado. O sprint pode ser visto como padrão para planejamentos e implementações, mas é definitivamente aberto e flexível.

Este seria um caminho difícil de seguir? Talvez sim. Alguns vão argumentar que, se não é possível conviver com essas limitações, não se deveria utilizar o processo. Mas acredito que, na prática, um sprint pode sim sobreviver a uma realocação momentânea de recursos.

As consequências da rigidez do processo são tão fortes quanto a equipe quiser que sejam. Embora inserir algumas limitações possa impedir que todo o processo acabe no caos, ser rígido demais, ignorando condições práticas, é prejudicial tanto para a equipe quanto para o projeto

Via Vikas Hazrati, traduzido por Alex Chiaranda em InfoQ

PhoneGap chega à versão 1.0, expandindo o desenvolvimento multiplataforma para mobile

Durante o evento PhoneGap Day, no final de julho, em Portland (EUA), foi anunciada a versão 1.0 do PhoneGap, um framework de código aberto para desenvolvimento de aplicações móveis com suporte a sete das principais plataformas mobile no mercado e suas lojas virtuais.

O PhoneGap possibilita criar e publicar aplicações para iOS, Android, Symbian, Windows Mobile, WebOS, BlackBerry OS e Bada (e em breve Windows Phone), através de tecnologias como HTML, CSS e JavaScript. O framework cria uma aplicação nativa para o dispositivo móvel, permitindo acesso a recursos nativos como GPS ou acelerômetro.

Baixado cerca de 40 mil vezes por mês, o PhoneGap já contabilizou mais de 600 mil downloads. Entre os destaques deste release em relação a versões beta já em uso, estão:

  1. Aumento de estabilidade da API e uma arquitetura “plugável” pemitindo a criação de extensões a API quando necessário.
  2. Compatibilidade com a API de acesso a dados definida pelo W3C
  3. API de manipulação de contatos
  4. Ferramentas para depuração remota

Além destes destaques, o framework disponibiliza uma API unificada para desenvolvimento de aplicações em todas as plataformas suportadas. Entre os recursos oferecidos via APIs, estão:

  1. geolocalização, permitindo consulta instantânea e notificação quando a posição é alterada.
  2. recursos multimídia, permitindo captura e reprodução de áudio, vídeo e fotos
  3. integração com o sistema notificações e o sistema de avisos do dispositivo
  4. storage, simulando um banco de dados SQL ou utilizando o próprio SQLite quando disponível
  5. local storage, que facilita o armazenamento local de configurações ou poucos dados, no estilo "chave=valor"
  6. acesso a informações sobre o dispositivo, como estado da conexão, modelo e eventos do ciclo de vida da aplicação.

A release 1.0 também inclui uma nova forma de implementação que tornará mais fácil a adição de novas plataformas em futuras versões.

O PhoneGap já está sendo utilizada por grandes empresas. A Adobe, por exemplo, integrou o framework ao DreamWeaver, tornando possível criar aplicações PhoneGap e testar em emuladores iOS e Android diretamente a partir do editor. Também existe um acordo entre a Apple e equipe do PhoneGap, que permite a publicação de aplicações desenvolvidas com o framework na Apple App Store.

Para as próximas versões, está planejado o suporte a outras plataformas e novas APIs, para acesso a funcionalidades como calendário, websockets e criptografia, entre outras. Mais detalhes sobre o projeto e os planos da equipe podem ser conferidos no roadmap.

Via Rodrigo Urubatan em InfoQ

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Lei reduz imposto para contratar programador

Uma nova regra apresentada pelo governo federal no início do mês pretende reduzir os impostos de quatro setores que contratam funcionários em regime CLT. O plano promete aumentar a formalidade e deixar o setor de TI mais competitivo. O plano Brasil Maior atende reivindicações de companhias que dizem concentrar mais de 70% dos custos somente com folha de salários.

Até dezembro de 2012, alguns setores podem gastar menos para manter profissionais com carteira assinada. O projeto pretende desonerar a carga tributária sobre a folha de pagamento de empresas na área calçadista, têxtil, de móveis e de software. Esta medida entra em vigor dentro de 90 dias e valerá até dezembro de 2012. Segundo Nelson Barbosa, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, a desoneração para os quatro setores funcionará como um projeto-piloto.

O Plano Brasil Maior, anunciado no dia 02 de agosto pela presidenta Dilma Rousseff, isentará a alíquota de INSS em troca de uma contribuição de 2,5% sobre o faturamento das empresas. Em entrevista ao INFO Online, Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), os profissionais e empresas da área de TI esperam desde sempre receber incentivos e tornar o setor competitivo.

Após a apresentação do plano, pode haver um aumento na formalidade de profissionais da área de TI. Se isso acontecer, haverá maior arrecadação de imposto de renda. “O plano barateia a contratação da mão de obra das empresas, que representa 70% dos custos na área de TI. Os encargos sobre a folha de pagamento tornam a mão de obra brasileira uma das mais caras do mundo”, diz Gil.

Ainda segundo o presidente da associação, o alto custo para a contratação inviabiliza tornar o Brasil um pólo de exportação de TI e também afeta a produtividade. Diante deste cenário, algumas empresas contratam profissionais fora do regime CLT.

“Cerca de 50% da força de trabalho de TI no Brasil carrega algum grau informalidade. As empresas contratam profissionais com registro de PJ e também regimes flex de contratação”, comenta o presidente da associação.

“Isso prejudica quem contrata funcionários com carteira assinada, pois as empresas formadas por profissionais autônomos competem em vantagem e desigualdade ética". Vale lembrar que os profissionais em regime ‘freelance’ não recebem a totalidade de seus direitos trabalhistas.

Segundo o presidente da Brasscom, as empresas menores não inovam nem investem na produção devido ao alto custo e concorrência desleal. “As empresas que contratam por PJ, ou que usam formas não ortodoxas de pagamento, não conseguem linhas de crédito e isso restringe o crescimento destas companhias brasileiras”.

“A recepção do projeto pelo setor de TI foi muito positivo”, afirma Gil. Em informe publicitário divulgado no jornal Folha de S. Paulo do dia 04 de agosto de 2011, a Brascomm diz que era preciso corrigir o problema agudo da informalidade no setor e afirma que o plano é uma revolução no setor de software e serviços de TI.

Gil lembra que o incentivo vai além da desoneração. "Há também oportunidade de treinamento de oito milhões de pessoas em todos os níveis técnicos a custos reduzidos por meio do programa "Pronatec.  Além disso, o governo federal oferecerá 75 mil bolsas de estudo em universidades no exterior para alunos do ensino superior ao pós-doutorado por meio do programa "Ciência Sem Fronteiras".

A Brasscom acredita na criação de 750 mil vagas de emprego até 2020. "Esta meta pode ser ultrapassada pois o mercado brasileiro é grande e o país é muito bom em TI", diz Gil. Para exemplificar, o presidente da associação cita como exemplos bem sucedidos os sistemas bancários, a tecnologia usada na agricultura, em pesquisas de petróleo e também urnas eleitorais. "Especificamente no caso da urna eleitoral, não há sistema similar no mundo todo", completa.

"O mercado brasileiro cresce de 10 a 15% ao ano. A falta de profissionais e o custo da mão de obra na área de TI dificultam as exportações. Além disso, ainda temos como aliado ao problema a taxa cambial do dólar ou supervalorização do Real. Em 2010, comercializamos 2,4 bilhões de dólares na área de TI", diz Gil. Ainda segundo o presidente da Brasscom, "é uma meta pessimista porque podemos exportar muito mais”.

Scrum Guide Atualizado: Foco no Framework

Ken Schwaber e Jeff Sutherland, co-autores do Scrum Guide, a introdução oficial ao Scrum (que dita as "regras do jogo") lançaram a primeira atualização do guia, originalmente lançado em fevereiro de 2010. A atualização foca no framework do Scrum, nas suas regras e cerimônias. Com principal mudança, o guia deixa de incluir detalhes específicos sobre estratégias e técnicas. Os autores dizem que iniciarão um resumo de "Melhores Práticas" para apresentar suas experiências.

A nova versão está disponível no site oficial do Scrum. A última página resume as mudanças em relação à versão anterior. Um documento separado, "Scrum Update", explica o contexto adicional do que foi mudado. A seguir são apresentadas as mudanças, juntamente com o contexto do que foi alterado.

O Scrum sempre deixou claro que existem somente três papeis, o Product Owner, ScrumMaster e o Membro do Time. Esses membros do time são chamados de Desenvolvedores no guia.

O time de pessoas que realizam o trabalho de criar um incremento é o Time de Desenvolvimento. Independentemente do trabalho executado por membros do time individualmente, são mais conhecidos como Desenvolvedores.

Os planos feitos no planejamento do sprint são frequentemente compromissos a serem assumidos. O próximo esclarecimento torna isso mais evidente em sprints curtos; o plano está aberto a mudanças, na medida em que for melhor compreendido:

Os Times de Desenvolvimento não se comprometem em completar um trabalho planejado durante o Sprint Planning. O Time de Desenvolvimento tem uma previsão do trabalho que acredita que será feito, mas a previsão mudará à medida que esse trabalho venha a ser mais conhecido durante o Sprint.

Nos últimos anos, os Diagramas de Fluxo Acumulativos (CFDs, em inglês) foram muitas vezes complementados ou substituídos pelos gráficos tradicionais de burndown para monitorar o progresso. Pelo esclarecimento abaixo, CFDs, burndowns, e outras abordagens de monitoramento são igualmente válidas, desde que informem diariamente o progresso do trabalho restante.

O Scrum não obriga a criação de um gráfico de burndown para monitorar o progresso; exige somente que:
  • O restante do trabalho de um sprint seja resumido e conhecido diariamente.
  • A tendência para completar o trabalho do sprint seja mantida ao longo do sprint.

Embora a maioria dos times faz de algum modo o planejamento do release, o planejamento do release não é obrigatório no framework Scrum, o que faz especialmente sentido para esforços de vida curta:

O Planejamento de um Release é algo de grande valia para se fazer quando se usa o Scrum, mas não é exigido pelo Scrum em si.

À medida que mais times utilizam ferramentas eletrônicas e criam relacionamentos complexos por meio de diferentes níveis de backlogs (por exemplo, do nível empresarial até o nível de time), perde o sentido a distinção exata entre os backlogs do produto. Como reforça o trecho abaixo, o backlog do sprint é simplesmente um conjunto de itens do backlog do produto que compõe o sprint, juntamente com um plano para realizá-los (para se tornarem Done).

O backlog do sprint é o conjunto de itens do backlog do produto selecionados para o sprint, somado um plano para entregá-los. Não há mais o conceito requerido para "itens do backlog do sprint", embora a técnica possa ajudar a criar um bom plano. Um Time de Desenvolvimento auto-organizado sempre tem um plano.

O conceito de priorização de um backlog do produto implica que a funcionalidade foi lançada puramente na ordem do valor de negócio, ignorando os aspectos técnicos e dilemas. O esclarecimento final usa a palavra "ordenada", ao invés de "priorizada", para representar uma visão mais holística da sequência para o lançamento.

O backlog do produto é "ordenado", ao invés de "priorizado". Isso traz flexibilidade para o Product Owner otimizar valor em suas circunstâncias específicas.

O novo guia está muito mais claro, e mais fácil de ler, além de mais conciso, o que beneficia o entendimento para aqueles que pretendem adotar o Scrum em seus times e empresas. Os esclarecimentos citados mostram a simplicidade do framework, desde a quantidade de papeis presentes e também dos itens que não são mais obrigatórios, como por exemplo o gráfico de burndown. O guia continua enfatizando a importância de o time adotar uma definição de "pronto" (Done), o que ajuda muito na identificação do que pode ser considerado um entregável para o Product Owner e para o negócio.

Via David Bulkin , traduzido por Paulo Rebelo em InfoQ

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mini Curso Gratuito de TV Digital com Ginga | 4 horas de aula

Fornecer os conceitos básicos necessários para a concepção e o desenvolvimento de aplicações para TV digital para serem executadas pelo middleware Ginga, utilizando tanto a linguagem declarativa NCL, com complementos procedurais em LUA, para a plataforma Ginga-NCL. Como a linguagem Java para a plataforma Ginga-J.

A TV Digital Interativa

  1. Motivação;
  2. Modelo de referência de um Sistema de DTV (TV Digital);
  3. Difusão de dados;
  4. Necessidade de uma camada de software intermediário;
  5. Middleware Ginga;
  6. Guias de usabilidade;
  7. Interfaces e características da tela de TV:
    • Aplicações;
    • Tipos e classificações;
    • Requisitos e as novas possibilidades;
    • Exibição em múltiplos dispositivos;
    • Sincronismo de mídia x interatividade;
    • PC x TVD.

Próxima turma: 11/08/2011

Para acessar, clique aqui.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PMI oferecerá Certificação Agile

O PMI anunciou oficialmente no mês de fevereiro/2011 o lançamento de uma nova Certificação. Profissionais com experiência em práticas ágeis (ou Agile) de gerenciamento de projetos são o público-alvo desse novo processo.

A nova certificação é fruto das pesquisas do PMI sobre como os profissionais estão lidando e trabalhando com o gerenciamento de projetos. Um dos fatores-chave apontados nessas pesquisas foi justamente o crescimento de práticas ágeis no gerenciamento de projetos, indicadas como fator determinante na obtenção de bons resultados. Conseqüentemente muitas organizações têm incentivado os gerentes de projeto e pessoas diretamente envolvidas no contexto de projetos a adotar técnicas ágeis.

            O processo de certificação seguirá o mesmo modelo das outras credenciais já consagradas do PMI: os candidatos devem primeiramente submeter um formulário de inscrição on-line (application) no qual deve inclusive atestar o cumprimento de todos os pré-requisitos exigidos. Os critérios de elegibilidade são: nível de educação formal secundário ou superior, duas mil horas comprovadas de trabalho em projetos (certificados PMP são automaticamente aceitos nesse critério), mil e quinhentas horas de experiência em práticas ágeis, 21 horas de treinamento formal em práticas ágeis e passar no exame de certificação (composto por 120 questões). O conteúdo exigido no exame será divulgado pelo PMI em abril/2011. A inscrição poderá ser feita a partir de maio/2011 e a prova de certificação deve começar a ser realizado em julho/2011. A taxa de inscrição para membros do PMI é de US$ 435.

            Os candidatos inscritos nessa primeira fase são considerados “participantes piloto”. Isso significa que, baseado nos resultados dos exames, o PMI definirá a nota de corte para efeito de aprovação. O processo de certificação normal será lançado no terceiro quadrimestre de 2011.

            As práticas ágeis têm se difundido nos últimos anos principalmente em projetos de desenvolvimento de software, embora possa ser aplicada em outros ambientes com bastante eficiência. As idéias básicas estão contidas no Manifesto Ágil (http://www.agilemanifesto.org/). Existem diversos métodos que são baseados no conceito ágil. Um dos mais tradicionais é o Scrum, cuja origem está associada à publicação do artigo “The New New Product Development Game” escrito por Hirotaka Takeuchi e Ikujiro Nonaka na Harvard Business Review em 1986.

            Mais informações sobre a Certificação Agile podem ser encontradas na página Agile do PMI:http://www.pmi.org/agile. Pra quem quiser entender melhor as diferenças e semelhanças e como o Guia PMBOK e as práticas ágeis se complementam, o PMI oferece alguns artigos disponíveis na seção de Recursos da página sobre Agile. Um deles é “Agile Project Management and the PMBOK Guide”, escrito por Michele Sliger. Custa US$ 15 para o público em geral e é gratuito para membros do PMI.

Via http://www.pmisp.org.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Habilidades de TI que gerentes de RH estão buscando

Site Dice.com tem ferramentas que identificam o que os empregadores estão procurando nos candidatos para preencher suas vagas.

Você já se perguntou quais são as habilidades emergentes de TI que atualmente estão chamando a atenção na contrataçao de gerentes de TI? O site de carreiras Dice.com mantém-se informado das que mais os empregadores estão buscando, e também capta quando novas habilidades começam a aparecer por meio das palavras-chave que são mais procuradas por eles.

Muitas vezes, as novas tendências aparecem primeiro nas buscas do banco de currículos do Dice, já que 80% dos empregadores fazem essa procura antes de postar as vagas que querem preencher, diz a diretora da Dice.com, Alice Hill. "Isso nos dá indício de algumas tendências que estão surgindo."

Mais recentemente, baseados em pesquisas no seu banco de currículos, o Dice.com identificou cinco habilidades em ascenção. No topo da lista, está o iRise, uma plataforma de simulação que permite às empresas realizar um test-drive de software de negócios antes de avançar muito no processo de desenvolvimento.

A segunda é um termo antigo: Cots, ou software de prateleira. Se os candidatos têm desenvolvido comercialmente software para um fabricante, pode não ocorrer a eles incluir o termo "Cots" em seus currículos, porém é um dos termos mais buscados no Dice.com.

Completando os cinco primeiros termos de pesquisa emergentes estão Cristal SDK, PeopleSoft e NetApp.

Curiosamente, iRise também figura na lista dos mais populares termos de pesquisa global – uma indicação de que está crescendo em um ritmo rápido. Os termos de busca mais populares do Dice.com, em geral classificados de 1 a 10, são: Java ou desenvolvedor Java ou J2EE; Net ou desenvolvedor Net; business analytic; SharePoint ou desenvolvedor SharePoint; gerente de projeto; Oracle DBA, C #; QA ou garantia de qualidade garantia; iRise e PHP.

Estar ciente das habilidades dos gestores de tecnologia que estão sendo procuradas, pode ajudar os candidatos a emprego a afinar seus currículos, diz Alice.

Os candidatos a emprego, muitas vezes, ficam focados em selecionar quais os trabalhos realizados que serão publicados e não percebem que é uma via de mão dupla: por vezes, os potenciais empregadores também estão na busca de candidatos para trabalhos com características que não foram sequer postadas, e eles acham talento fazendo a sua própria pesquisa de currículos. A plataforma Dice.com fornece ferramentas para fazer um pente fino em milhões de currículos.

"Nossos clientes têm ferramentas backend de busca muito poderosas", diz Alice. "Não é suficiente apenas ter um bom currículo e se candidatar a empregos. Você também tem de ter certeza de que seu currículo tem as palavras corretas para que os potenciais empregadores possam encontrá-lo quando estão fazendo a pesquisa."

A pesquisa otimizada é igualmente importante para a contratação de gerentes, em especial quando o mercado de trabalho se aquece e aumenta a competição por talentos. "Nós trabalhamos muito com os empregadores para ensiná-los a usar o backend de forma mais eficiente", diz a executiva.

"Há competição entre os gerentes que contratam. Aqueles com as melhores habilidades em buscas provavelmente encontrarão candidatos mais rapitamente", diz Alice. "E provavelmente os que buscam otimizar seus currículos serão aqueles que vão ser encontrados. A disputa vale para os dois lados."

Via ANN BEDNARZ, DA NETWORK WORLD/EUA

Mini Curso Gratuito de Scrum – OnLine

Para quem está iniciando no Scrum, um excelente mini curso gratuito de 3 horas de duração

O objetivo do mini-curso é ensinar toda teoria sobre a metodologia e framework Scrum. Aspectos básicos e gerais serão repassados através da interação constante e de dinâmicas com a turma. Os artefatos, cerimônias, papéis e suas ligações serão o foco central do mini-curso.

Conteúdo detalhado do Curso
  1. Manifesto Ágil
  2. Origem do Scrum
  3. Processos
  4. Os Três Pilares do Scrum
  5. TimeBox
  6. PDCA
  7. Papéis e responsabilidades
  8. Cerimônias
  9. Melhoria Constante

Para acessar o curso, clique no link: http://www.qualifico.com.br/curso.asp?curso=SCM

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

5 Dicas para o Empreendedor Web

Dicas para o empreendedor de desenvolvimento web. O Empreendedorismo na web exige visâo de mercadoVejo muitos candidatos a empreendedores andando por aí, afinal, virou moda ser empreendedor. O pessoal sempre com muitas idéias, ou ainda apenas ideais, na cabeça e aquela vontade de começar o quanto antes a tocar os seus projetos. O empreendedor web mais comum no meu círculo de amizades é, óbviamente, aqueles que querem montar sua própria fábrica de aplicações web, sites e afins.

Já participei de diversos tipos de iniciativas como essa, acreditem. Desde uma equipe de trabalho remoto, isto é, a comunicação se resumia à um fórum de discussão e muito MSN, passando por uma "euquipe" com um vendedor, e até aquela velha tentativa de juntar um grupo de amigos e mãos a obra.

Minha experiências como Empreendedor Web

Com base nesta experiência, aprendi alguns princípios que podem servir de dicas para quem pensa em tocar um projeto como este:

Dividir para conquistar

Se você é especialista em uma única área, como desenvolvimento, design ou publicidade, não tente fazer tudo sozinho. Procure formar parcerias com características complementares à sua. Além de ganhar com o pouco do networking, pode trazer falhas ao seu produto.

Amigos e negócios à parte

Perdoado o clichê, não é por que você está cercado de amigos que tudo vai dar certo. O fundamental é que os objetivos estejam alinhados e as responsabilidades bem definidas, preferêncialmente através de contrato, independentemente se você vai trabalhar com o amigo de infância ou com um profissional que acabou de conhecer.

Antes de tudo, saiba vender

Você pode ter um ótimo produto com ótimo custo/benefício, mas nunca vai conseguir vendê-lo se não souber convencer o cliente disso. Se essa não é sua praia, pense novamente nas parcerias.

Poder de decisão

Em momentos críticos é fundamental ter um meio ágil de tomar decisões. Caso as decisões sejam votadas por uma equipe, é preciso definir logo um critério de desempate. Se você for o dono do projeto, deixe claro desde o início que as decisões são de sua responsabilidade.

Saiba rejeitar jobs

No início pode parecer tentador pegar todos os trabalhos que aparecerem pela frente, independente do tipo do projeto, tipo do cliente e etc. É preciso saber reconhecer os jobs e clientes problemáticos para evitar problemas que, ao invés de aumentar o seu portifólio, pode acabar com ele.

E você? Já passou por problemas na tentativa de montar seu próprio negócio? Deixe seu testemunho como empreendedor web

Por Newton Wagner via Curso de Ecommerce

Desafio: Crie um aplicativo social e ganhe R$10,000.00 patrocinados pela Vivo e Fundação Telefônica

 

A plataforma de crowdsourcing Ideais.me está lançando em parceria com a Vivo e a Fundação Telefônica um desafio para programadores ninjas de todo o Brasil: desenvolver aplicações que incentivem a conexão e inovação social de pequenas comunidades em prol da sustentabilidade. Cada solução real e funcional apresenta até o dia 30 de setembro leva R$10.000,00 e se aplicativo gerar lucro, você também leva parte deles para o seu bolso!

Quer saber mais? Acesse: http://goo.gl/wlQom e http://goo.gl/wbJ3O

Otimizando Campanhas em Redes Sociais

Otimização de marketing digital em campanhas nas redes sociaisDe acordo com o relatório da Mzinga & Babson Executive Education Study, 80% dos profissionais não medem suas campanhas de marketing nas redes sociais. Isso obviamente prejudica bastante a mensuração dos efeitos destas campanhas sobre o desempenho do site uma vez que não sabemos qual foi a taxa de conversãodessa ação de marketing digital.

Também fica impossível determinar o ROI de tais iniciativas. As ferramentas de web análise podem ajudar muito nisso, embora em termos de redes sociais existam algumas métricas que não podem ser determinadas de forma automatizada.

Mas se você tem interesse em conhecer os resultados de suas ações, seguem 10 métricas que podem ser utilizadas:

1. Número de Acessos – Meça os acessos de cada rede social em que você atua. Isso pode ser feito facilmente com o Google Analytics bastando para isso fazer algumas configurações na ferramenta de modo a segmentar este tipo de acesso. Se a situação for crítica, vale a pena pensar em configurar um filtro específico no Google Analytics.

2. Tempo de Engajamento – Se você tem um aplicativo no Facebook, quanto tempo as pessoas ficam no mesmo? O tempo vem aumentando? Se as pessoas acessam seu site oriundas das redes sociais, quanto tempo elas gastam nele? Mais uma vez, o Google Analytics pode lhe ajudar a medir esse comportamento quando bem calibrado e segmentado.

3. Bounce Rate (taxa de rejeição) – Os visitantes que chegam ao seu site através das redes sociais, costumam ir embora rápido (ex: caem na homepage e saem) ou navegam por mais páginas? Quando há uma taxa de rejeição rate alta, provavelmente as pessoas não estão encontrando facilmente aquilo que procuram. Talvez seja necessária uma revisão em seu site.

4. Interação Com o Conteúdo e Tamanho – Como está a interação dos seus seguidores com o seu conteúdo? Colocam comentários, dão RT’s, Replies, etc…? O seu número de seguidores está crescendo? Essa é uma métrica que infelizmente não dá para medir pelo Google Analytics. Vale a pena desenvolver controles próprios.

5. Grau de Atividade – Quantos dos seus usuários ou seguidores são ativos e participativos – dividir os usuários ativos pelo número total de usuários – nas redes sociais em que você atua? Será que a audiência justifica o esforço? Qual o retorno real e a taxa de conversão dessas ações de marketing?

6. Taxa de Conversão – Suas conversões estão crescendo (em vendas, assinaturas ou qualquer outra coisa que você deseja medir) através de acessos vindos das redes sociais em que você atua? Um funil bem estruturado no Google Analytics pode facilmente medir esse parâmetro.

7. Menções à Marca – Estão falando bem ou mal da sua marca? Quantas menções ocorreram no período? Acompanhe o quê estão falando e em qual quantidade/frequência…

8. Fidelidade – As pessoas estão voltando ao seu site/redes? Estão compartilhando seu conteúdo?
9. Viral – As pessoas estão divulgando o seu conteúdo/ links para suas próprias redes (Ex: retwitando ou repassando updates do facebook)?

10. Blogs – Os blogs fazem parte das redes sociais, desde que você permita que postem comentários e interaja com seus leitores. Nesse caso, o conteúdo do seu blog está sendo compartilhado e indicado pelos seus leitores? E os blogs dos quais você participa. Verificou no Analytics o quanto de tráfego eles estão lhe enviando?

De acordo com os objetivos do seu negócio, escolha as métricas que mais lhe atendem. Existem outras métricas que você costuma acompanhar e que não estão nessa lista? Compartilhe conosco

Via Curso de Ecommerce

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Administração do tempo – A Técnica Pomodoro

A maioria das atividades realizadas na pós-graduação possui um prazo para ser concluída, mas não existe um horário fixo de trabalho. Organizar o tempo de modo a conseguir cumprir todos os prazos é uma árdua tarefa de todo pós-graduando. Além disso, para dificultar, é preciso fugir das tentações do mundo on-line, com suas redes sociais, e-mails e notícias.

Para auxiliar na administração do tempo e na realização das tarefas diárias, existe uma técnica chamada “Técnica Pomodoro“, criada pelo italiano Fancesco Cirillo no final dos anos 80, que é muito utilizada com o intuito de conseguir focar nas metas que precisam ser atingidas.

Segundo o próprio autor, essa técnica surgiu da seguinte forma:

“Então eu fiz uma aposta comigo mesmo, uma aposta tão útil quanto humilhante: ‘Você consegue estudar – estudar mesmo – por 10 minutos?’ Eu precisava de uma validação objetiva, um tutor de tempo, e encontrei um no timer de cozinha com o formato de um tomate.” [ou pomodoro, em italiano] – Francesco Cirillo

Para colocar a técnica em prática, será necessário: duas folhas de papel em branco, uma caneta, um timer de cozinha, o tal pomodoro, e proceder conforme a metodologia descrita abaixo.

1) Faça em uma folha de papel uma lista de todas as tarefas que precisam ser realizadas.

2) Ajuste o timer e trabalhe nessa tarefa durante 25 minutos (um pomodoro) sem parar. Após o término dos 25 minutos, faça um intervalo de 3 a 5 minutos para descansar. Nesse intervalo é permitido ler e-mails, twittar, ir ao banheiro, alongar-se, etc.

3) A cada quatro ciclos de 25 minutos, faça um descanso maior, de 15 a 30 minutos. É possível preparar um lanche, fazer ligações, ir na padaria da esquina ou assistir a um vídeo no YouTube nesse intervalo.

4) Na folha com a lista de atividades, marque um “X” ao lado de cada tarefa concluída .

Durante a duração de um ciclo (25 minutos) não é permitido desviar-se da tarefa por nenhum motivo. Não atenda telefones, leia e-mails ou mude o foco da sua atenção. Por isso, para conseguir manter-se firme na técnica, existe mais uma regra importante:

5) Tenha ao seu lado uma outra folha em branco, onde serão anotadas todas as possíveis distrações ou tarefas que forem lembradas naquele momento.

Por exemplo, se durante um ciclo você se lembrou que precisa ligar para seu orientador, pagar uma conta de energia ou pesquisar na internet algo não relacionado à tarefa, escreva isso na “Lista de atividades paralelas” e aguarde o final do ciclo ou aquele intervalo maior após quatro ciclos para realizá-las. Em hipótese alguma interrompa o ciclo de 25 minutos.

Vale comentar que o simples fato de colocar as atividades no papel, e marcá-las como concluídas após sua execução, possui grande impacto psicológico, tanto pela organização das atividades, quanto pelo bem-estar por estar cumprindo as metas. Escrever as tarefas em um papel assemelha-se a um acordo feito com você mesmo e, por isso, o comprometimento é naturalmente maior.

Ao separar em outra folha as atividades tentadoras, que nos distraem durante as tarefas que precisamos cumprir, percebe-se que muitas vezes a procrastinação ocorre apenas por impulso. Após o término do ciclo, ou sejam durante os intervalos de descanso, é possível avaliar melhor a “lista de atividades paralelas” e perceber que grande parte dos itens marcados ali não é urgente e realmente não valeria a interrupção. Utilize essa lista paralela como instrumento de aprendizagem e de auto-avaliação, para que seja possível uma reeducação dos maus hábitos durante suas atividades diárias.

Para finalizar, as pessoas que utilizam a técnica recomendam a compra de um timer de cozinha no formato de tomate, com o argumento que o fato de comprar algo novo e diferente representa uma mudança na sua vida, como se estivesse fazendo um novo compromisso. Eu não recomendo. Comprei o tal pomodoro e, como todo timer de cozinha, ele possui um mecanismo que faz um “tic-tac” que em nada colaborou com a minha concentração. Antes do término de um ciclo, parecia que o “tic-tac” estava dentro da minha cabeça.

Mas como a idéia da técnica é muito boa, pesquisei na internet e encontrei o focus booster, um programa desenvolvido especialmente para a Técnica Pomodoro. Dentre suas funções, ele marca os ciclos de 25 minutos, soa um alarme ao final de cada ciclo, marca o tempo do intervalo de descanso e, felizmente, possui a opção de desligar o terrível “tic-tac”. Um alívio!

Referências:

- http://www.focusboosterapp.com/

- http://code.google.com/p/pomodairo/

Via PosGraduando

sexta-feira, 29 de julho de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

As 3 diferenças entre a pessoa produtiva e a pessoa ocupada

Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.

Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.

Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo.

Como apagar incêndios em alto estilo

Mesmo apagar incêndios pode ser feito sem desespero

1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.

Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.

Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.

2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.

A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.

Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?

3. Seguir as regras vs. criar as regras
Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.

Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.

Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.

Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.

Por Millor Machado via Saia do Lugar