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sexta-feira, 30 de abril de 2010

O segredo para ser um bom gestor

No caso específico da GE, o grupo ficou mundialmente famoso pela capacidade de desenvolver excelentes líderes, graças a um programa batizado de VRIO
As empresas já perceberam há algum tempo que o sucesso depende de colocar as pessoas certas nas funções certas. Quando falamos nas equipes de TI, por exemplo, se quiser alcançar os resultados esperados, o CIO precisa equilibrar as competências do seu time. Mas o verdadeiro sucesso está em conseguir que os profissionais trabalhem juntos para atingir objetivos comuns de acordo com o CTO da consultoria norte-americana Diamond, Chris Curran.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Vagas para C#, Java e Oracle em Vila Olímpia - SP

A Techne Engenharia e Sistemas Ltda, que atua no desenvolvimento de soluções sistêmicas voltadas às áreas de governo, saúde e educação, está ampliando seu quadro de colaboradores e necessita de profissional no seguinte perfil:

DESENVOLVEDOR  C++

Conhecimentos: C++, Linguagem Oracle,  PL/SQL,

DESENVOLVEDOR  PL-SQL

Conhecimentos: Linguagem Oracle,  PL/SQL,

Desejável: Forms e Reports

DESENVOLVEDOR JAVA

É imprescindível conhecer:

- Lógica de programação

- Java EE
- SQL
- Familiaridade com desenvolvimento WEB
Conhecimento de Hibernate será um diferencial.


Formação: Curso Superior completo na área de informática ou sistemas de informação

Modalidade de trabalho: PJ (fixo)
Benefícios: Convênio Médico + estacionamento + mensalidade do contador + 15 dias de férias remuneradas

Local de trabalho: Vila Olímpia

Os interessados deverão encaminhar CV com pretensão salarial para: rh@techne.com.br

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Os principais erros no ambiente de trabalho

Os principais erros no ambiente de trabalho

Brincar na hora errada e abusar dos privilégios. Duas falhas que podem prejudicar a imagem de qualquer profissional e até levar a uma demissão.

Segundo Renato Grinberg, diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, ignorar esse tipo de comportamento está entre as maiores falhas dentro do ambiente corporativo, independentemente da posição ocupada pela pessoa.

“A falta de bom senso é extremamente prejudicial, seja o funcionário estagiário ou gerente de uma empresa. É preciso prestar atenção nas suas possíveis falhas, ouvir os feedbacks e buscar melhoria”, diz o executivo.

Grinberg também aponta que 80% das demissões de estagiários estão relacionadas à falta de comportamento profissional, de acordo com dados do Instituto Euvaldo Lodi. Entre as principais falhas constatadas nessa fase da carreira, estão o pouco respeito à hierarquia, as brincadeiras fora de hora, o uso abusivo da internet e a falta de flexibilidade.

Mesmo os funcionários mais experientes e até em cargos de chefia também estão suscetíveis a esses problemas. O diferencial é que eles já deveriam estar cientes de que seu período de aprendizado já passou e que esse comportamento não deveria mais acontecer. Afinal, eles deveriam dar o exemplo.

“Desde o porteiro até o mais alto executivo, deve refletir de maneira crítica as atitudes que não estão de acordo com a filosofia da empresa. Se for o caso, peça um feedback para seus companheiros de trabalho e busque adequar suas atitudes as normas da empresa ”, finaliza.

Confira os 10 principais erros no ambiente de trabalho, de acordo com Renato Grinberg:

1- Chegar atrasado

2- Mentir

3- Não respeitar hierarquia

4- Pouca flexibilidade

5- Uso abusivo da internet e redes de relacionamento

6- Conversas paralelas durante o expediente

7- Usar o telefone da empresa para conversas pessoais

8- Brincar fora de hora

9- Não saber trabalhar em equipe

10- Não respeitar os colegas de trabalho

Via James Della Valle, de INFO Online

sábado, 10 de abril de 2010

O sucesso da busca por um novo emprego depende de foco

Um dos grandes erros que as pessoas cometem é entrar em contato com pessoas erradas ou ficarem concentradas demais na atualização do currículo

Qual a melhor forma de ter sucesso na busca por um novo emprego? Ter objetivos específicos em termos de empresas e pessoas que você precisa abordar, afirmam os especialistas em recolocação profissional. Infelizmente, a maior parte das pessoas tende a seguir o caminho errado, defende a presidente e CEO da consultoria norte-americana Make it Happen, Vicki Brackett.

O principal erro que os profissionais cometem na hora de encontrar um novo emprego é entrar em contato com pessoas que não podem ajudá-los, como recrutadores e gerentes de RH (Recursos Humanos). “Mas o maior equívoco é conduzir o processo de trás para frente”, ressalta, ao explicar que as pessoas ficam concentradas demais em atualizar seus currículos, quando deveriam enviá-los o mais rápido possível para sua rede de contatos.

Além disso, os especialistas alertam que quando existe uma série de pessoas utilizando a mesma abordagem nesse processo de recolocação profissional, as chances individuais de conseguir um novo emprego são menores. Assim, ela defende que cada profissional precisa construir uma marca própria para vender no mercado.

Discurso adequado

Outra dica da especialista é que, antes de uma entrevista de emprego, as pessoas entendam exatamente o mercado e a cultura da organização, bem como criem um discurso no qual mostrem como sua contratação pode resolver muitos dos problemas da companhia. “Qualquer contratante gosta de ouvir um potencial empregado falar de como pode ajudar a gerar mais dinheiro, reduzir custos ou minimizar riscos”, diz Vicki.

Ainda de acordo com a consultora, a recente crise internacional fez com que as empresas valorizassem mais as experiências passadas das pessoas. Isso exigirá mudanças na abordagem dos currículos, com o intuito de focar em iniciativas anteriores que tenham ajudado a empresa a sair de uma recessão, reduzir custos ou aumentar a participação de mercado.

Por Meridith Levinson via CIO Uol

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Como uma criança de 2 anos usa o iPad, da Apple

A praticidade e simplicidade para usar o iPad, da Apple, foram duas das características mais reverenciadas por especialistas de tecnologia das principais empresas de comunicação dos Estados Unidos. A ausência de um teclado físico e o uso do dispositivo a partir de sua tela mostra que suas funções são conhecidas naturalmente. Prova disso é um vídeo que circula no YouTube e que já teve mais de 400.000 visualizações.

Uma criança de apenas 2 anos brinca com o lançamento da compania de Steve Jobs por cinco minutos. O resultado é visto na produção abaixo:

terça-feira, 6 de abril de 2010

Você pertence a Geração Y? Saiba mais sobre o perfil desse profissional.

Essa é uma matéria escrita pelo professor João Baptista Brandão, da Fundação Getúlio Vargas para o site IT Web sobre a geração Y. Confira!

Quem é o "cara" que está chegando ao mercado de trabalho ou que, mesmo empregado, está "procurando novos espaços e oportunidades" - estes, muito disponíveis para mudar de emprego? Conheça a geração Y.

A QUESTÃO DO SENTIDO
Ele é o tio, embora bastante jovem - até 35 anos mais ou menos - daquele pirralho que, ao receber como resposta um "porque não" (ou "porque sim") rebate de bate-pronto: "Porque-não não é resposta!". Conclusão: o cara está acostumado a mostrar sentido para os outros - exatamente porque ele também precisa encontrar sentido no que está fazendo ou no que lhe pedem para fazer. Portanto, empresas e gestores: ou vocês oferecem sentido, ou "perdem o cara" (literalmente, porque ele pode ir embora, ou, o que é pior, ele pode ficar mas vocês podem perder o entusiasmo dele, a coragem dele, o tesão dele - isto é, vocês ficam com um ser humano "estragado", com prejuízos para todos).

A RESPONSABILIDADE
Ele é muito responsável. Com aquilo pelo qual é responsabilizado. Assim, ele pode sair no meio da tarde de uma quarta-feira "pesada", para ficar com a namorada que está febril; ele se sente também responsável por ela. E vai mandar para o chefe, de madrugada, por e-mail, o projeto pelo qual é responsável.

O AMBIENTE DE TRABALHO
Ele é alegre. Ele não concorda que um ambiente de trabalho sério tem que ser triste. Portanto, não estranhe se, quando a "casa parecer que está caindo", ele se comportar com um espírito leve; ele vai continuar enfrentando os desafios muito seriamente... mas nem por isso vai ficar triste... preocupado, sim, mas não infeliz.

O SIGNIFICADO DA REMUNERAÇÃO
Ele gosta de receber o combinado; aliás, ele entende salário como algo associado a orçamento - o salário é para "pagar as contas". Ele gosta mesmo é de "ganhar": ganhar bônus, premiação. Ele gosta de ganhar para poder "gastar" - em roupas, viagens, carro, computadores.

O ENVOLVIMENTO NO TRABALHO
Ele adora pular de site em site quando está navegando na internet. Não gosta, ou não tem paciência para coisas muito longas, demoradas. Aliás, ele consegue navegar na internet, ao mesmo tempo "falar" no messenger e, se for o caso, também falar, agora literalmente, no celular. Por isso, para "agarrá-lo", "quebre" os objetivos ou programas da empresa em projetos; projetos têm começo, meio e fim definidos, têm resultados palpáveis, têm superação evidente de obstáculos, oferecem oportunidades concretas de vitórias, em geral no curto prazo. Ele se "amarra" nisso. De preferência, o coloque em mais de um projeto - senão ele pode ficar aborrecido.

A RELAÇÃO COM NORMAS, REGRAS E SUBORDINAÇÃO FUNCIONAL
Não o engesse muito com normas bobas - principalmente com aquelas que claramente são burras -, com rígidas regras de vestimentas, com formalismos exagerados. Ele respeita as pessoas, e mesmo organizações, e gosta de ser respeitado, pelo caráter, pela transparência, pela espontaneidade. Ele se "subordina" a vínculos e não a cargos. Ele é mais auto-orientado que hetero-orientado; seu critério de julgamento, portanto, é a consciência e não a obediência.

ACOMPANHAMENTO E RECONHECIMENTO
Ele demanda muito feedback. Ele gosta de autonomia, mas "precisa" receber dicas de como está indo seu trabalho, sua performance - não só para corrigir alguma coisa mas, talvez, e talvez principalmente, porque ele é "movido" a elogios. Adora ser reconhecido.

Por outro lado, o cara também precisa de ajuda.

A INTELIGÊNCIA SOCIAL DO CARA
Ele é um pouco "carente" em termos de inteligência social mais expandida. Algo como prestar atenção ou se interessar por algo ou alguém muito distante da sua "tribo"; ele pode passar por você, que ele vê como um distante e invisível "tio", e que está segurando a porta do elevador para ele sair, sem falar um rápido "obrigado" - às vezes, nem olha para você que, afinal, é um "invisível social". Sua percepção seletiva tem olhos e ouvidos, em geral, apenas para quem ostenta alguns dos símbolos externos da "galera". Mais um desafio para você, que se meteu a ser líder dele!  Paradoxalmente, é engajado em questões mais amplas relacionadas à responsabilidade social das empresas e à dimensão ecológica.

A "PROFUNDIDADE" CULTURAL DO CARA
Ele tem também pouco "treino" com processos cognitivos escritos mais profundos ou complexos; assim, não é um grande leitor de obras literárias mais "densas". Também não tem "saco", e preparo, para ouvir ou produzir argumentações muito elaboradas - ele quer chegar rapidamente aos "finalmente". Por isso, você, líder de um cara desses, tem um papel crítico, o papel de "formador", estimulador para ajudá-lo a ser, daqui a dez anos, também um homem mais pleno, profundo, complexo. Se você conseguir isso, não será apenas um "belo" líder...em alguns casos, será também um mágico!

O LIMIAR DE RESISTÊNCIA
Esse cara não tem paciência para promessas do tipo "no futuro, lá na frente, você terá seu valor reconhecido, poderá ser promovido etc.". Ou com coisas tais como "aqui o funcionário tem que pastar, mostrar serviço por muito tempo no limbo, para só depois poder começar a sonhar com cargos mais elevados, com poder etc.". Em geral, ele não é orientado por fins; ele é orientado por meios - ele quer ter desafios agora, ter reconhecimento agora, viver bem agora. Em muitos casos, depois de seis meses na empresa já diz estar desmotivado porque não sabe direito quando vai ser diretor! Em suma: ele não lida muito bem com restrições, limitações, frustrações. E você, líder, se conseguir ajudá-lo nisso, não será apenas um mágico... Aí você já está se candidatando a santo!

ENTÃO, POR QUE VALE A PENA CUIDAR BEM DO CARA?
Mas, vale a pena, não? Afinal, é esse o cara que vai comandar as empresas e o país lá na frente. E que, agora, é uma das suas mais poderosas fontes de inovação - e, portanto, da competitividade da sua empresa.

Além disso, ele não é apenas uma "promessa". Ele também pode ser bom agora. Ele aprende e trabalha com facilidade em rede; ele se interessa ou domina algumas dimensões ou expertises profissionais que geram processos ou produtos inovadores; possui intensa energia que resulta em superação de obstáculos com muitas restrições de qualidade, eficiência e tempo; ele está disponível para a ampliação de fronteiras geográficas, culturais ou de competências; ele não se conforma com desempenho medíocre. Enfim, "bem gerenciado", é um profissional que se pode chamar de "alta performance".

VÁ SE ACOSTUMANDO...
Por fim, um lembrete: não estranhe se ele ou ela te chamar de cara, quer você seja homem ou mulher. Este termo não obedece à questão de gênero. Mas se você for chamado de cara, isto não é falta de respeito. É sinal de cumplicidade... e isto é bom.

Ah! Ia me esquecendo: não impeça o cara de começar suas frases, talvez todas as suas frases, com um sonoro "Meu..." (às vezes, o som é de "meo"). Se você fizer isso, ele pode ficar mudo!

A propósito: esse cara tipifica o que se anda chamando de GeraçãoY. E que anda batendo à porta da sua empresa.

Ensaio preparado por João Baptista Brandão, em maio de 2008, a propósito de uma entrevista solicitada pela InformationWeek Brasil a respeito do tema Desafios das empresas com a Geração Y. As características abordadas não são, logicamente, exclusivas dessa geração de até 35 anos mais ou menos; por outro lado, nem todos nessa faixa etária apresentam essas condições - muitos, e talvez mais do que seria desejável, reproduzem aspirações de gerações anteriores, privilegiando segurança, estabilidade etc. Muitos também têm muito medo de arriscar, de perder o emprego, de falar o que pensam, diferentemente desses seus contemporâneos da geração Y.

Fonte original em : http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=48474

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Google mostra como seria Quake no HTML 5

Google mostra como seria Quake no HTML 5

Quake II rodando em um browser no HTML 5: obra dos desenvolvedores do Google mostra o poderio da tecnologia

O Google postou em seu blog oficial de desenvolvedores uma demonstração das capacidades do HTML5 rodando o clássico jogo Quake II em um browser.

De acordo com a equipe, o processo foi iniciado usando a porta Jake2 Java do motor Quake II, seguido pelo emprego do Google Web Toolkit (juntamente com WebGL e WebSocket, entre outros), que cruzou e compilou os dados em JavaScript.

Os desenvolvedores se disseram surpresos por fazer com que o conteúdo rodasse a trinta frames por segundo nos laptops – com algumas variações, alertam.

Batizado de GWTQuake, o jogo só funciona em browsers modernos que tenham suporte a WebGL e todas as instruções estão descritas no site Google Code.

O projeto faz parte da política do Google em deixar que seus funcionários se dediquem a trabalhos pessoais durante 20% do tempo que passam na empresa.

Confira o resultado logo abaixo:

 

Via Guilherme Pavarin, de INFO Online