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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Conexão via rede elétrica é avanço na inclusão

O mundo está cada vez mais interconectado. A possibilidade de movimentação e participação efetivas no ambiente virtual começa a determinar as chances de real desenvolvimento de indivíduos e de sociedades, com a exclusão daqueles e daquelas que não tenham condições de trilhar as "infovias" que cortam e integram todos os pontos do planeta. A "exclusão digital" se pronuncia mais cruel do que as formas de exclusão sócio-econômicas às quais estamos acostumados.

Por isso, é de grande importância a edição, pela Agência Nacional de Telecomunicações, da Resolução 527, de abril deste ano, que estabelece as condições de uso de radiofrequências por sistemas de Banda Larga por meio de Redes de Energia Elétrica, passo necessário para viabilizar a utilização de redes de energia elétrica para transmissão de dados e voz, inclusive viabilizando acesso à Internet.

Esta facilidade, conhecida como BPL (Broadband over Power Lines), por partir de uma infra-estrutura já disponível, dispensa realização de obras específicas para implantação de tais meios de aceso. É verdade que esta solução pode apresentar problemas (como interferências causadas pelos fios de cobre das redes de energia elétrica na transmissão dos dados e/ou voz), mas estes são passíveis de serem combatidos seja pelo incremento tecnológico, seja pela própria atuação fiscalizadora da Anatel.

Mas não podemos negar que estamos diante de uma significativa oportunidade de implementação de políticas públicas que permitam a inclusão digital, especialmente de moradores de áreas não cobertas adequadamente por redes de telecomunicações. Com a crescente convergência de tecnologias, a utilização da rede de energia elétrica praticamente surge como alternativa capaz de combater o apartheid digital que hoje marca a sociedade brasileira.

Basta que se imagine, por exemplo, a efetividade de acesso à Internet a partir da utilização de aparelhos de televisão dotados de conversores apropriados, conectados por sua vez à rede elétrica, já muito mais presente nos lares brasileiros do que a infraestrutura usualmente utilizada para serviços de Banda Larga. Haveria uma interessante conjugação da familiaridade da população com o equipamento (os televisores) com a facilidade de acesso ao ambiente virtual.

Há ainda, é claro, a necessidade de a Aneel editar, conforme sua competência legal, as regras que tratem das condições de uso destas redes elétricas pelos interessados em trafegar, a partir das regras da Anatel, dados e sinais de voz. Esta regulamentação, espera-se, levará em conta os interesses do próprio Estado, responsável pelas políticas públicas de inclusão digital, das Operadoras de serviços de energia elétrica e de telecomunicações, de prestadores de serviços de transmissão de dados, voz ou de acesso à Internet e, principalmente, dos usuários.

Equilibrar tais interesses, de maneira que todos possam ganhar, é o desafio.O que não se pode é deixar de aproveitar a oportunidade de avançarmos na construção de acessos que permitam, a qualquer um, conectar-se com o mundo em que vivemos.

Por Leonardo Brandão 

Curso de Análise de Pontos de Função com Estimativas

Para quem tiver interesse, nos dias 25, 26 e 27 de setembro a Ábaco Tecnologia estará oferecendo um Curso de Pontos por Função com a Claudia Hazan.
 
Segue as informações sobre o curso:
 
* O Certificado será emitido pela UFMT - Instituto de Computação
Local: Mato Grosso Hotel


Valor: Valor de R$ 1.100,00

*Para quem for do grupo SPIN-MT conseguimos 6 vagas com o valor de R$900,00, podendo ser dividido em 3 vezes.


 
Período de Aulas:

Dia 25 - das 8:00 as 12:00 e das 14:00 as 18:00

Dia 26 - das 8:00 as 12:00 e das 14:00 as 18:00

Dia 27 - das 8:00 as 12:00


Carga Horária: 20 horas

  

Objetivo Capacitar os participantes em na utilização da Metodologia de Contagem de Pontos por Função, publicada no CPM (Counting Practices Manual) release 4.2.1 pelo IFPUG (International Function Points Users Group), assim como em Processos de Estimativas de Projetos de Software baseados na técnica de Análise de Pontos por Função.

 

Público Alvo Gerentes de Projetos de Software, Líderes de Projetos, Analistas de Sistemas, Analista de Negocios e Programadores.

 

Programa do Treinamento

 

Introdução à Análise de Pontos de Função
- Visão Geral da Análise de Pontos por Função

Contagem de Pontos de Função

- Etapas para Contagem de Pontos por Função
- Tipos de Cálculos
- Definição da Visão do Usuário e Fronteira da Aplicação
- Definição das funções: Arquivo Lógico Interno, Arquivo de Interface Externa, Entrada Externa, Saída Externa e Consulta Externa
- Cálculo de Pontos por Função não Ajustados
- Características Gerais do Sistema (Cálculo do Fator de Ajuste)
- Cálculo de Pontos por Função Ajustados
- Contagem de PF de Sistema Exemplo

 

Aplicações da Análise de Pontos por Função
- Exercícios e Exemplos de Aplicações de Contagem de PF

- Definição de um Processo de Estimativas para Planejamento e Acompanhamento de Projetos de Software , baseado no modelo CMMI

 

Exercícios para preparação para o CFPS

Simulado com questões do exame de  Certificação CFPS – Certified Function Point  Specialist

 

Professora Claudia Hazan, Consultora de Métricas e Qualidade de Software graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Engenharia de Sistemas e Computação pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), Certified Function Point Specialist desde 2001.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mais de 50% dos líderes de empresas são dispensáveis

Pesquisa aponta que maioria dos chefes não tem condições de levar organizações a bons resultados

por AméricaEconomia.com.br

São Paulo. Mais de 50% dos líderes de empresas - entre presidentes, diretores e gerentes - não têm condições ou preparo para levar suas organizações a um bom desempenho ou a sobreviver em um futuro próximo. Isso é o que aponta uma pesquisa desenvolvida ao longo de três anos pela consultoria Entheusiasmos.

"Esse dado explica por quê 75% dos empregados de empresas, segundo levantamento do Conselho Americano de Liderança, não acreditam que suas lideranças podem levar as empresas adiante, com sucesso, nos próximos cinco anos", afirmou o diretor da consultoria,  Eduardo Carmello. "Líderes precisam agir como resilientes, para promover as transformações necessárias que levem a empresa e entregar resultados de alta performance", completou.

Segundo Carmello, o dado revela que muitas empresas não têm lideranças aptas a entender que 80% do valor que uma companhia gera hoje vem de ativos intangíveis como relacionamentos, marca, conhecimento, reputação e capital intelectual, relacionado diretamente aos empregados.

"Ao longo de 15 anos de estudos e práticas nas empresas, fizemos algumas perguntas aos líderes e executivos. Uma delas é se eles se consideravam pessoas com conhecimento e eficazes e 80% deles disseram que sim, pois fizeram MBAs, frequentam cursos de atualização e leem várias revistas e jornais. No entanto, quando íamos verificar se estes conhecimentos estavam sendo aplicados, esse índice caía para 39%. E quando íamos avaliar se estes conhecimentos aplicados estavam gerando resultados, o indicador chegava a apenas 19%. Ou seja, apenas dizer que sabe, não significa fazer e, para uma empresa, o fazer é o decisivo, é o que gera resultados", destacou Carmello.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Sun Microsystems oferece cursos para certificação JAVA em Campinas e Cuiabá


Sun Microsystems oferece cursos

para certificação JAVA em Campinas e Cuiabá

 

A Sun Microsystems, líder mundial em soluções de infraestrutura de tecnologia da informação,  acaba de fechar duas parcerias para disponibilizar cursos para certificação na linguagem de programação. Os novos parceiros são a Dextra Sistemas, empresa de TI que presta serviços de fábrica de software, consultoria e treinamentos de capacitação tecnológica, que atuará em Campinas e a TDS Tecnologia, em Cuiabá, que é a única representante no estado do Mato Grosso.

O objetivo dos treinamentos é prover ao participante os conhecimentos necessários para utilização da linguagem no desenvolvimento de aplicações corporativas e também prepará-lo para os exames de certificação SCJP (Sun Certified Java Programmer) e SCJD (Sun Certified Java Developer) da empresa.

As duas parceiras já oferecem em suas cidades os módulos de treinamentos para a certificação Java Associate, Programador Java e Desenvolvedor Java, entre outros pacotes.  

Segundo Bruno Giannini, gerente de marketing e canais da área de Serviços Educacionais da Sun Microsystems do Brasil, existem muitas empresas se instalando nessas regiões e consequentemente um número considerável de profissionais buscando por qualificação e certificação na tecnologia Java.

"Por meio desta parceria, a Sun Microsystems busca formar mão-de-obra qualificada e atender as demandas regionais, oferecendo treinamentos que apresentam um padrão global de qualidade, instrutores altamente capacitados e de grande expertise ", afirma Giannini.

Com a parceria, a Dextra será a única empresa fora das capitais brasileiras a oferecer os cursos oficiais em Java. Para Luis Dosso, diretor da companhia, a união com a Sun Microsystems  vai reforçar a imagem de excelência na tecnologia Java que a empresa tem e trará benefícios para os serviços de fábrica de software e consultoria.

Para o diretor comercial da TDS Tecnologia, Daniel Carvalho Cortês, a parceria resultará em profissionais mais capacitados para atender ao crescimento de companhias no Mato Grosso e reforçará o objetivo da empresa de ser uma referência em tecnologia. Segundo o executivo, uma das vantagens é a comodidade de fazer a prova de certificação sem ter os custos de viagem para outros Estados, visto que é o único curso oficial na região.

Interessados podem obter mais informações no site: www.dextra.com.br ou www.tdstecnologia.com.br.

           

SERVIÇO

Dextra Sistemas
Rua Antonio Paioli, 320, Parque das Universidades
Campinas – SP

Telefone: (19) 3256-6722 e (11) 2824-672

 

TDS Tecnologia

Rua Campo Grande, 533 sala 201, Centro Norte
Cuiabá – MT
Telefone: (65) 3624-7052

Sobre Sun Microsystems, Inc.

A Sun Microsystems desenvolve tecnologias que movem o mercado global. Guiada por uma visão peculiar - "A Rede é o Computador" –, a Sun impulsiona a participação na rede compartilhando inovações, desenvolvimento da comunidade e liderança aberta. A Sun pode ser encontrada em mais de 100 países e na Web, no endereço www.sun.com.br.

 

Sobre a Dextra Sistemas    

No mercado desde 1995 a Dextra oferece soluções customizadas em desenvolvimento e integração de sistemas e treinamentos de capacitação tecnológica. Com certificações como SUN Microsystems em tecnologia Java EE, JBoss Administration, Linux LPI, e Gerenciamento de Projetos (PMP) do PMI, a Dextra atende clientes como Força Aérea Brasileira, Metrô, UOL, Banco IBI, Banco BMG, CPqD, IG, entre outros.

 

Sobre a TDS Tecnologia

Desde 1998 trabalhando com tecnologia da informação, a TDS Tecnologia (TDS System Ltda) é especialista em treinamentos técnicos e soluções tecnológicas para empresas, preparando a área de TI para obter os melhores resultados. Possui certificações Sun Microsystems, Novell, Borland e Microsoft no Estado do Mato Grosso.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A CAMISA DA EMPRESA

Acho que foi em 1994, não me lembro com precisão, quando escrevi pela primeira vez sobre a lengalenga de vestir a camisa da empresa.

Tenho percebido que a expressão tem voltado à baila. Pode parar! A camisa que o funcionário, colaborador, empregado, ou o nome que se queira dar, tem que vestir, é apenas uma. A dele!

Só quando ele vestir a própria camisa é que se dará conta que tem que produzir o melhor; tem que atender como se ele fosse o cliente; tem que conduzir o trabalho buscando deixá-lo o mais "redondo" possível pra quem vai dar continuidade; que o seu crescimento pessoal e profissional é responsabilidade dele; de que a historinha do "não sou pago pra isso" é pra quem "ta se achando", mas ainda não se encontrou.

A responsabilidade pela minha carreira, é minha, só minha. Não posso me dar ao luxo de ficar aguardando a empresa bancar o meu desenvolvimento, garantir  minha carreira.

Ah, mas não é difícil entender né! Eu só posso fazer o melhor a alguém quando eu fizer o melhor para mim!

Se eu estiver "fazendo" o melhor para o outro e não fizer o melhor para mim, que o outro comece a rezar pra dar certo, porque senão vou dizer que o problema – e a responsabilidade – é dele. Afinal, se eu visto a camisa da empresa, ela que vista a minha, também. Não estou certo? "Noblesse oblige".

A relação entre funcionário e empresa tem que buscar, sempre, ser profissional. Amizade é entre pessoas e não entre uma pessoa e uma empresa. Isso não existe! Se eu estiver na pior, posso ser amicíssimo do presidente, mas se o conselho da empresa não aprovar, eu que me vire!

Por isso que eu defendo, há 18 anos, acabar com a praga da carteira de trabalho e permitir que a relação entre uma pessoa jurídica e uma física, possa ser regida por contrato particular, sem que precise arcar com impostos astronômicos. Tem que haver mudanças na legislação e não tentar burlar a legislação. Bom, mas isso é assunto legal e estou falando de comprometimento, de comportamento.

Voltando à suada camisa, é preciso acordar e tomar as rédeas da própria vida. Nenhuma empresa quer, na verdade, que você "vista" a camisa dela. Ela quer que você empreenda o tempo todo. Quer que faça do seu trabalho o seu empreendimento. Ela quer que você cresça no seu empreendimento. Que tenha consciência de tudo que ocorre à sua volta. Que faça esse empreendimento crescer. Que seja responsável por ele!

Ela não quer que você "se ache" o dono da empresa, pois você não é! E não vai adiantar chorar as pitangas depois, dizendo que "deu o sangue pela empresa"; que deixou esposa, marido e filhos "de lado"; acumulou férias e "blablabla". Problema seu!

Faça o seu trabalho bem feito, pois o retorno dele é o seu resultado, que faz parte do resultado da empresa; se importe com os colegas; respeite a opinião dos demais; aprenda que você ainda tem muito pra aprender, mas também tem muito pra ensinar e deve ensinar; se ver um faxineiro carregando um monte de tralha, ajude-o a carregar – isto não rebaixará você; assim como você espera receber um trabalho bem feito, para que possa fazer o seu, quem receber o seu estará esperando a mesma coisa; dê o melhor de si, em todos os sentidos, pois a vida é sua.

Se de toda a maneira, você ainda quiser vestir uma camisa que não seja a sua, eu tenho uma para lhe dar e um monte de coisa pra você fazer. Pagamento? Ah, não! Afinal você já está vestindo uma camisa que é minha! 

por Silvio T Corrêa

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Competências comportamentais mais valorizadas pelas empresas

Por Patrícia Bispo

O ser humano é uma verdadeira fonte de emoções e através do seu comportamento expressa as características de sua personalidade, mesmo que de forma inconsciente. Se antes revelar os sentimentos era considerado puro romantismo - muito evidenciado na literatura brasileira, no século 17, hoje as emoções são vistas por outros prismas. Muitas organizações, por exemplo, quando realizam um processo seletivo não avaliam o candidato apenas por sua bagagem técnica.

 

As competências comportamentais ou humanas, não importa a nomenclatura utilizada, pesam no momento da contratação. Mas, por que isso ocorre? Porque a aptidão em lidar com as emoções influenciará diretamente o comportamento das pessoas no dia-a-dia das organizações, inclusive a performance diante das atividades. Então, quais as competências comportamentais valorizadas pelo mercado de trabalho? Abaixo, listo 15 das competências humanas que se encontram em alta no mercado. Essa relação foi formulada a partir de entrevistas, conversa que mantenho com profissionais de RH e executivos dos mais variados segmentos.

1 - Trabalho em equipe: hoje não se cogita mais que a individualidade nas organizações. É preciso o profissional precisa lidar com seus pares para atingir e até mesmo superar metas, vencer desafios.

 

2 - Capacidade de negociação: dialogar com os demais colaboradores é fundamental para chegar a consensos diante de determinadas situações que impactam diretamente no clima organizacional e até no negócio da empresa em que se atua.

 

3 - Liderança: gerir pessoas tem sido um grande desafio para as empresas, afinal o líder é considerado o comandante do barco, que dá um norte à equipe e a direciona ao alcance de performance que atenda as necessidades da organização.

 

4 - Comunicação: é preciso saber expressar ideias, tirar dúvidas, apresentar soluções para fatos que ocorrem todos os dias. Se a pessoa não consegue vencer a barreira do "silêncio", agregará pouco ou valor algum à empresa.

 

5 - Criatividade / inovação: os profissionais devem estar preparados para lidar com situações inesperadas. Muitas vezes, arriscar, liberar o potencial criativo pode trazer benefícios tanto para o colaborador quanto para a organização. Uma inovação em um processo específico pode, por exemplo, significar uma grande economia para as finanças da empresa. Sair do automático, deixar de "ser uma máquina programada", leva pessoas a novas perspectivas.

 

6 - Prudência: apesar de ser muito valorizado no mercado, o potencial criativo não deve servir de "base" para a adoção de atitudes precipitadas. Por isso, pensar duas vezes, avaliar uma proposta e ouvir a opinião do colega de trabalho não é sinal de fraqueza, mas sim de responsabilidade.

 

7 - Flexibilidade: dizer um "não" à zona de conforto. Ser capaz de aceitar as mudanças, como também situações e comportamentos antagônicos possibilitam o amadurecimento do profissional. Esse aprendizado pode, inclusive, ser aplicado na vida pessoal.

 

8 - Otimismo: é indispensável não se entregar diante do primeiro obstáculo que surge. O pessimismo afeta o colaborador e se não for trabalhado, pode ser absorvido por outros membros da equipe. Uma situação assim compromete o desempenho e compromete o clima organizacional.

 

9 - Assertividade: uma pessoa assertiva é hábil para expressar posicionamentos, ideias e até mesmo suas emoções. Ao ser assertivo, o indivíduo defende seus direitos e respeita os dos colegas. Aprende a dizer não, com argumentos que revelam profissionalismo. Através da assertividade é possível evitar conflitos desnecessários que geralmente afetam negativamente a rotina corporativa.

 

10 - Ética: uma empresa que deseja ser competitiva precisa contar com profissionais éticos e que valorizem a integridade. A ética é um dos pré-requisitos para a adoção da Responsabilidade Social nas organizações.

 

11 - Valorização da qualidade de vida: trabalhar, trabalhar, trabalhar e se tornar um workaholic (viciado no trabalho) é um indicador preocupante para as empresas. O profissional deve ter consciência de que a melhoria da qualidade de vida deve estar presente dentro e fora dos muros da companhia que atua.

 

12 - Visão holística: olhar para a organização e suas responsabilidades através de um contexto amplo, afinal não se concebe mais a possibilidade de um profissional ficar alheio ao que ocorre ao seu redor. Com a Tecnologia da Informação, o conhecimento é disseminado em uma velocidade cada vez maior.

 

13 - Compartilhamento de conhecimento: o profissional não deve temer a disseminação do conhecimento com seus pares. Cada vez que se transmite uma experiência, também se assimila algo, aprende-se com quem está ao seu lado. A recíproca também é verdadeira - quando não se domina um determinado assunto ou técnica, o profissional precisa buscar respostas com os pares.

 

14 - Autodesenvolvimento: para aprimorar suas competências, o colaborador não deve esperar apenas a iniciativa da organização. Ele também é responsável pelo seu desenvolvimento e precisa buscar ferramentas que agreguem valor como leituras de livros, revistas direcionados às suas atividades. O autodesenvolvimento não está atrelado apenas ao conhecimento técnico, pelo contrário. É aconselhável conhecer a si próprio e ler sobre os mais diversos assuntos, mesmo os que não estão ligados diretamente ao negócio da organização.

 

15 - Intuição: em determinadas situações, o colaborador precisa utilizar a intuição para desenvolver novas propostas que agreguem valor ao negócio. Essa competência faz parte dos processos mentais normais. Pode ser considerada como sendo a percepção que o indivíduo tem frente a uma determinada situação, sem a utilização do raciocínio lógico. Através da intuição pode-se adquirir e colocar em prática conhecimentos e informações.

 

Patrícia Bispo é formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.