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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Além do papel: o que fazer para conseguir alcançar suas metas?

No final do ano, você traçou diversos planos: fazer uma pós-graduação, ficar mais tempo com a família, controlar melhor as finanças. Mas já pensou no que fazer para conseguir concluir todos eles? Pois saiba que não é o único a agir dessa forma!

Muitas pessoas traçam planos de final de ano, mas são poucas as que cumprem aquilo que pretendiam. "Muitas vezes, isso acontece porque elas simplesmente são esquecidas ou então porque as pessoas não sabem por onde começar", afirmou o especialista em gerenciamento de tempo e produtividade pessoal e empresarial, Christian Barbosa.

De acordo com ele, definir metas é uma atitude bastante importante, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Por meio delas é que se consegue encontrar um sentido para as ações. "Esse é o primeiro passo para termos o que desejamos, mas é preciso saber como agir posteriormente".

Pontos importantes

Com a finalidade de ajudar os profissionais a atingirem suas "promessas de final de ano", Barbosa dá as seguintes dicas:


  • Especifique suas metas: faça uma lista com os seus sonhos e tenha pensamentos estratégicos quanto à real possibilidade de realização. Exclua os itens que considera irrelevantes ou inviáveis e procure deixar apenas alguns deles. Lembre-se: quanto maior a quantidade de metas a alcançar, menor o foco e a possibilidade de concretização;

  • Priorize os desejos: analise o que precisa realizar primeiro e numere em ordem prioritária para orientar-se sobre qual será o sentido dos seus esforços. É importante definir um prazo para a realização de suas metas. A partir de então, concentre-se naquilo que considerou um primeiro plano e vá atrás de seus objetivos;

  • Faça o seu planejamento: depois de traçada suas metas, questione-se da seguinte maneira: de que recursos disponho para realizá-las? E o que preciso fazer para chegar até o fim? Isso é importante para traçar seus planos com objetividade e definir com maior assertividade as suas ações.
Fonte : http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2009/01/26/ult4229u2256.jhtm

Um mundo sem desafios: os riscos de infelicidade da carreira "confortável"

SÃO PAULO - A certeza é uma necessidade do ser humano. Quem não quer garantia de que amanhã terá emprego e salário? Mas essa premissa se transforma em armadilha a partir do momento em que os profissionais criam uma zona de conforto e, ao mesmo tempo em que conseguem prever o futuro, se sentem infelizes. A explicação é do presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), Villela da Matta.

Ele conta que oito em cada dez profissionais estão infelizes. Por conta de tanta infelicidade, as empresas necessitam operar com um número maior de funcionários do que realmente era necessário para se manterem competitivas.

O motivo é que gente desmotivada trabalha aquém de seu potencial. Não é só uma questão de produtividade, mas principalmente de qualidade e envolvimento. Para sobreviverem, as organizações necessitam de quem enxerga além e pensa de forma estratégica.

A falta de desafios

A necessidade da certeza afastou as pessoas dos desafios. Daí surgiu um paradoxo. Segundo Villela da Matta, a incerteza também é uma necessidade do ser humano. Sem ela, não é possível ser feliz!

Imagine um mundo no qual tudo é fácil: as pessoas não precisam estudar, uma vez que há ótimos empregos para todos, sem exceção. Os salários, as casas, os carros são todos iguais. E não há preocupações, porque o governo cuida de tudo, até mesmo paga salários extras para a população.

O que aconteceria se vivêssemos em um lugar assim? Sem objetivos a serem perseguidos, a vida ficaria sem graça! Acredite, o ser humano também não suporta muitas certezas!

O que a maioria das pessoas buscam, ainda que não notem? Desafios. O problema é que encarar desafios significa trilhar caminhos desconhecidos, o que envolve riscos. E então, dependendo da pessoa, a necessidade da certeza pode falar mais alto.

Escravo da certeza

Como é possível ser escravo da certeza e, ao mesmo tempo, necessitar de desafios para ser feliz? A vida é feita de escolhas. A necessidade da incerteza faz com que as pessoas cresçam e trilhem caminhos inimagináveis, cujo fim provável é o sucesso ou, no mínimo, a satisfação pessoal.

Empresários hoje admirados pelo público, por exemplo, não existiriam se não fosse a busca incessante por desafios. Quantas pessoas têm coragem de investir o dinheiro de toda uma vida ou o empréstimo obtido no banco, mesmo sabendo dos riscos de o negócio aberto não dar certo? Por sua vez, a necessidade da certeza leva muitas pessoas a terem apenas um objetivo com relação ao trabalho: as férias. Conforme explica o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, existem três formas de lidar com as barreiras à realização profissional e pessoal:


  • Ignorando-as: o profissional se convence de que a situação não é tão ruim, sendo capaz de ficar anos a fio em uma mesma empresa, que não o agrada;


  • Responsabilizando fatores externos e as pessoas ao redor: "Neste caso, o profissional diz para si mesmo: não tenho dinheiro suficiente porque sou jovem; não cresço porque meu chefe não quer um rival; não consigo mudar de emprego porque a situação na minha área é crítica. É uma forma desesperadora de se enganar. Quem encara a vida dessa forma enfrentará todos os dias os mesmo problemas", diz da Matta.


  • Fazendo algo novo, para virar o jogo: trata-se da melhor maneira de enfrentar problemas. "É uma insanidade buscar coisas novas para sua vida fazendo sempre o mesmo", adverte o especialista. "Nos caminhos que envolvem riscos, não existem erros, apenas aprendizados", garante.


Como não ser refém de sua zona de conforto?

Segundo o presidente da SBC, para fugir da zona de conforto, as pessoas precisam ter objetivos de vida. Mas atenção: não estamos falando de desejos como "quero comprar uma Ferrari".

Além disso, é importante estabelecer uma data para que a meta seja atingida, bem como os meios para tal.

No entanto, saiba que, para fazer algo grandioso, é preciso mudar a partir de agora, trabalhando as limitações. "Poucas pessoas entendem que, para mudar algo em suas vidas, precisam fazer coisas diferentes e ser alguém diferente desde já. A maioria diz: na segunda-feira, eu começo a dieta; ou quando eu terminar a faculdade, tentarei viajar para aquele lugar que sempre quis conhecer".

Para mudar, por sua vez, o especialista recomenda que a pessoa cultive crenças fortalecedoras, tais como "Eu sou responsável pelo meu mundo" e "Eu crio meus próprios caminhos". Acreditar que cada um é responsável por sua vida e felicidade é o primeiro passo. Confira as dicas de Villela da Matta para enfrentar desafios e sair da zona de conforto:


  1. Saiba quais são seus objetivos de vida;


  2. Acredite que você é o único responsável por sua vida;


  3. Convença-se de que não existem erros, apenas aprendizados. "Se analisar a biografia das pessoas mais bem-sucedidas do mundo, perceberá que elas erraram muito mais do que acertaram", diz da Matta;


  4. Aprenda a dar tempo ao tempo;


  5. Ao realizar seu planejamento de carreira, não superestime o que pode fazer em um ano, mas também não subestime o que pode conseguir em cinco;


  6. Não existe milagre. É necessário entrar em ação constantemente, todos os dias;


  7. Aprenda que tudo na vida tem um preço e pague o preço que for necessário.

Fonte : http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2009/01/26/ult4229u2258.jhtm

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Na contramão do mercado, sobram vagas no setor de TI

Maior empresa mundial de serviços de tecnologia, a IBM passou recentemente a dedicar esforços no Brasil para reduzir a lacuna entre o perfil do estudante que sai das universidades e o almejado pelas companhias que têm vagas. A idéia é tentar minimizar uma peculiaridade dessa indústria. Enquanto boa parte dos setores da economia começa a promover demissões, inclusive, no Vale do Silício, o segmento de prestação de serviços de tecnologia da informação (TI) tem vagas em aberto que não consegue preencher.

A Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) acredita que existem cerca de 30 mil vagas em aberto no segmento de software e serviços, tanto para o mercado interno como para o externo, e não espera encolhimentos, especialmente no que se refere à exportação de serviços, em 2009.

A gigante de informática IBM ainda não tem indicações de como será o seu ritmo de contratações em 2009, já que isso depende dos contratos de exportação que fechar, mas lembra que foram 3 mil admissões em 2007 e as 1,5 mil previstas para 2008 foram alcançadas em agosto daquele ano. Em relação a 2005, o número de empregados da IBM no país já saltou mais de 50% e chegou em 2008 a 15,4 mil pessoas.

"Em meados de dezembro, tínhamos 140 vagas em aberto", cita Edson Luiz Pereira, executivo de parcerias educacionais da IBM Brasil, responsável por costurar os acordos que darão ao profissional graduado o perfil mais adequado às necessidades do mercado.

"A crise pode ser, de repente, uma oportunidade para o Brasil, já que a terceirização é uma forma de reduzir custos", disse também Ruth Harada, diretora de cidadania corporativa da subsidiária da IBM.

O Brasil é considerado um país com bons profissionais, está em um fuso horário relativamente favorável e o custo da mão-de-obra não é dos maiores, apontam os executivos da IBM. O presidente da Brasscom, Antonio Carlos Gil, também acrescenta que "a curva de crescimento da TI é quase independente da curva da economia". Segundo ele, em tempos de recessão as empresas precisam de TI para controlar gastos e, em época de aceleração, usam a TI para gerenciar o crescimento.

Vagas em aberto
A estimativa da Brasscom é que sejam gerados entre 40 mil e 50 mil postos de trabalho na área de tecnologia este ano no país, dentro de uma projeção de que 100 mil novas vagas sejam criadas entre 2009 e 2011. "Se incorporarmos as vagas em call center, estamos falando em mais 50 mil vagas", afirmou Gil.

Mais de 80% das contratações da IBM Brasil são para exportação de serviços, segundo Pereira. Por isso, o desafio da empresa é ter o profissional qualificado na velocidade exigida pelo cliente.

"Às vezes perdemos contratos porque não conseguimos montar a equipe na velocidade que o cliente quer", cita Pereira. Se uma companhia quer um time de 150 especialistas em banco de dados que comece a trabalhar em um mês, por exemplo, nem sempre a IBM consegue formá-la a tempo.

Segundo ele, as universidade fornecem um número considerável de profissionais, mas eles saem dos bancos acadêmicos "muito generalistas", enquanto o mercado precisa de especialistas, com certificados.

Enquanto não se adequa a grade curricular das universidades a esse tipo de exigência, a companhia empregadora é que tem de adaptar o funcionário à necessidade. "A empresa gasta dois a três meses para formar o profissional", afirma Pereira.

Em parcerias com um grupo de cerca de 700 instituições de ensino do Brasil, a IBM quer incentivar a obtenção de certificados ainda na graduação, assim como estimular que o inglês técnico seja fortalecido desde o nível médio de ensino.